Talento herdado: conheça a origem do interesse de Rodrigo Terpins pelo esporte

A predileção pela prática esportiva parece ter sido algo que Rodrigo Terpins herdou de seu pai, assim como o tino para os negócios, uma vez que os dois são empresários. Ao passo em que o filho é presença constante em competições de velocidade, Jack Terpins é lembrado pela desenvoltura quando jogava basquete. Outro membro da família, o empreendedor Michel Terpins também carrega o gosto pelos esportes, já que ajudou a organizar uma equipe de pilotos que correm no lendário Rally dos Sertões, torneio cujas regras cada vez mais rígidas motivam novos participantes a concorrerem.

Em se tratando do pai de Michel Terpins, sua atuação no meio esportivo ocorreu durante as décadas de 1960 e 1970, época em que jogava pelo time da Hebraica. No período em que era jogador do clube, Jack era uma espécie de líder da comunidade local, atuando como defensor dos interesses dos outros jogadores. Na atualidade, ele trabalha como investidor do ramo imobiliário, mas seus filhos ainda cultivam o grande interesse pelo mundo do esporte, sobretudo em relação às atividades que envolvem o universo automobilístico.

No ano de 1991, Jack Terpins foi eleito o presidente do clube Hebraica. Em outras ocasiões, contudo, ele participou de várias ações de voluntariado, o que fez com que ocupasse diversos postos dentro da instituição, tais como a vice-presidência da União Macabi Mundial e a presidência do Conselho Judaico da América Latina. Além disso, o pai de piloto e empresário Rodrigo Terpins já participou de várias outras interações que a organização realizou ao longo de toda a sua história, sendo visto como uma referência para a comunidade judaica.

Na 22ª edição do Rally dos Sertões, evento que ocorreu em 2016, Rodrigo Terpins competiu, assim como seu irmão e conseguiu concluir as provas em cerca de 2 horas. Os dois, entretanto, atuaram em duplas distintas. Realizada no mês de julho daquele ano, a competição teve seu início em Goiânia. O trajeto de aproximadamente 155km exigiu muito esforço por parte dos pilotos e foi considerado um dos mais dificultosos desde sua criação.

Mesmo com o elevado grau de dificuldade, a equipe Protótipos I, criada pelos irmãos empresários Michel e Rodrigo Terpins conseguiu terminar em sétima posição dentro do classificação geral do torneio. Embora o carro tenha apresentado desempenho satisfatório, os competidores preferiram não arriscar muitas manobras com o intuito de se preservar o mecanismo de suspensão do veículo. Dessa maneira, puderam se adaptar melhor às peculiaridades do caminho proposto pela organização do Rally dos Sertões.

Embora a equipe em que Rodrigo Terpins competia tenha sido uma criação dele juntamente com o irmão, os dois correram em carros distintos. Michel Terpins, nessa edição da competição não conseguiu concluir a prova, uma vez que seu automóvel capotou quando ele estava no km 62. O acidente, no entanto, não ocasionou ferimentos em nenhum dos integrantes do veículo, mas impediu com que continuassem o trajeto estipulado, já que todas as funções automobilísticas ficaram comprometidas. Por questões de segurança, os pilotos acharam mais conveniente encerrar a corrida naquele trecho.