Caso do direito ao trabalho em Illinois – EUA – poderia ter impacto nacional sobre os sindicatos

Um caso histórico de direito ao trabalho em Illinois – Estados Unidos, tem chamado a atenção generalizada em meio às expectativas de que o caso poderia desembarcar na Suprema Corte, e potencialmente ter implicações nacionais para cerca de 20 milhões de funcionários do governo dos EUA.

Pat Hughes, que está representando os três demandantes no caso de Illinois, previu que uma decisão a seu favor poderia até estabelecer políticas de direito ao trabalho nos EUA. “Esta decisão, ostensivamente, faria todo o país consolidar o direito ao trabalho, porque você não poderia forçar as pessoas a se filiarem a um sindicato”, disse Hughes.

Direito ao trabalho, tornam o ato forçado dos sindicatos de obrigar os trabalhadores a pagar dívidas como um ato ilegal. Em Illinois não há muitas políticas de direitos trabalhistas no estado, atualmente, é um ato legal que os sindicatos façam exame automaticamente sem uma “taxa justa” taxa do cheque de pagamento de um trabalhador, que acontece tipicamente quando uma união representa a maioria de empregados.

Os sindicatos argumentam que eles negociam um salário melhor, cuidados de saúde e ambiente de trabalho para todos os funcionários para que a taxa de participação justa seja um pequeno preço a se perguntar. “Algumas taxas para cobrir esses custos de representação são iminentemente razoáveis e racionais”, disse o especialista em trabalho Dr. Robert Bruno da Universidade de Illinois.

As taxas de participação justas equivalem a milhões de dólares que os sindicatos usam para a negociação coletiva, no entanto, esse dinheiro também é usado para apoiar candidatos políticos. Mark Janus, um dos três funcionários do estado que combatem os sindicatos no processo, disse que está indignado porque eles têm que pagar a taxa aos grupos que eles escolheram não aderir.

“Isso não é uma escolha, isso é obrigatório, eu tenho que fazer isso e eu não concordo com isso”, disse Janus. “Eles são forçados, literalmente forçados, a pagar essas dívidas. O dinheiro nunca chega a eles”, disse Hughes.

Hughes e os demandantes estão lutando para tornar o direito de trabalhar em Illinois, e seu processo está indo para o 7 º Circuito Tribunal de Apelações em Chicago, onde Hughes diz que o tribunal pode decidir a favor dos sindicatos com base em um precedente.

Esse caso, contra o Conselho de Educação de Detroit, em 1977, estabeleceu que é legal para os sindicatos cobrar taxas e dividir o dinheiro entre itens que são “políticos” ou “não políticos”. O argumento nesta ação, entretanto, é que todo o dinheiro da união eventualmente é usado para um propósito político.

“Tudo o que os sindicatos governamentais fazem é de natureza política e, se for de natureza política, então a Primeira Emenda vai cobri-los e os trabalhadores não serão obrigados a pagar nada aos sindicatos como condição para manter seu emprego no governo”, disse Mark Mix, da Fundação Nacional de Defesa Jurídica do Trabalho.

 

Estado vai preparar um corte financeiro para controlar déficit

A publicação “Diário Oficial da União” teve acesso a documentos da presidência federal de Michel Temer e decidiu publicar o total de despesas que o presidente prevê para este ano que, segundo o jornal, são mais de 4 bilhões de reais. Devido ao valor ser relativamente elevado, o ministro da Fazenda veio a publicar afirmar que espera que o valor da despesa seja inferior ao que está previsto, “A expectativa que esse número caia até próximo relatório, principalmente em função do reconhecimento dos precatórios”.

Este relatório vai ao encontro do corte que o governo realizou devido ao suposto aumento do déficit e restando apenas 58 bilhões de reais para perfazer o limite máximo da verba legalmente disponível que o governo pode dispender sem comprometer a meta fiscal deste ano que é de 139 bilhões de reais. Para ajudar a combater o deficit, o governo espera arrecadar uma receita especial de perto de 10 bilhões de reais a contar ao impacto da desoneração da folha de pagamento que consiste numa alteração aliquota de perto de 20%. Esta desoneração vai afetar principalmente a Previdência Social e convém relembrar que esta taxa tem beneficiado cerca de meia centena de setores da economia brasileira. Normalmente, as empresas pagam entre 2,5% a 4,5% para o Estado. Segundo os especialistas que trabalham para o governo, está estimado que a receita federal receba perto de 5 bilhões de reais a partir do segundo semestre do ano corrente.

De fora desta tributação estarão alguns sectores económicos do país que o governo considere que a sua intervenção poderá ser útil indiretamente, uma vez que, com elas acarretam um peso considerável na criação de postos de trabalho pelo Brasil. Segundo o próprio, as áreas económicas que podem receber esse privilégio serão “São eles, transporte metroviário, obras de infraestrutura e comunicação (atividades de rádio e TV, prestação de serviços de informação, empresas jornalísticas), transporte rodoviário coletivo de passageiros, transporte ferroviário e construção civil.”

Estes registos detalhados foram publicados pelo “Diario Oficial da União” que é a publicação que emite todas as notícias, acontecimentos, avisos e demais assuntos de foro nacional do nosso país. Convém relembrar que os cidadãos podem e devem consultar este jornal para se manterem atualizados sobre a situação atual do Brasil e perceberem quais as oportunidades disponíveis pela administração para os brasileiros em respeito a concursos públicos ou a leilões, para além de outras informações que podem ser do interesse do leitor.

 

Profissionais da saúde afirmam que a leitura é um ótimo remédio para a saúde

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Os clientes que procuram o consolo derramando seus corações para fora no escritório de Alison Kerr Courtney, não são recompensados com uma prescrição de Xanax ou de Prozac. Em vez disso, eles vão embora com uma lista de leitura.

A fundadora da “BiblioRemedy” não é uma terapeuta licenciada, nem é atualmente professora de inglês, embora ela tenha trabalhado durante 10 anos na França e passou anos arquivando livros na biblioteca e nas livrarias.

Desde que ela se lembra, ela teve um talento especial para combinar as pessoas com livros que se encaixam com seus interesses intelectuais. Mas alguns clientes querem mais quando eles fazem uma consulta com ela em seu escritório em Lexington, Kentucky.

O que eles procuram é uma espécie de biblioterapia. É uma tendência crescente onde as pessoas dizem o que sentem, são ouvidas sobre seus objetivos ou problemas. Courtney então sugere livros que podem ajudá-los a esclarecer seus objetivos, trabalhar com uma questão emocional ou até mesmo ajudá-los a mudar a página para começar um capítulo de vida mais novo e saudável.

“Eu tive clientes que lidam com problemas de luto, por exemplo. Eu procuro emparelhá-los com livros que acho que vão ajudar na sua situação específica”, disse Courtney.

Um cliente recente que lida com o sofrimento disse a Courtney o quanto suas recomendações ajudaram. Tipicamente Courtney sugere cinco a sete livros. A cliente disse que leu todos, exceto os que tratam especificamente da dor.

“Nem todo mundo está pronto para certos livros, e isso é OK”, disse ela. “Eles podem chegar lá eventualmente e os outros livros podem ajudar com esse processo.”

Livros podem literalmente mudar sua vida e nem todos eles têm de vir de prateleira de autoajuda para trabalhar. Ficção pode realmente ser mais poderoso, de acordo com um novo estudo em execução nas Tendências de revistas em Ciências Cognitivas.

Livros como “A Autobiografia de Malcolm X”, ou Alice Walker “A Cor Púrpura”, pode ensiná-lo sobre assuntos complicados como o racismo, a pobreza. Angústia adolescente, bullying, orientação sexual ou outras questões, mas eles podem fazer ainda mais. Os livros podem ajudá-los a conhecerem seus próprios corações e os outros.

“As pessoas que leem ficção podem entender as pessoas melhor do que outras”, disse Keith Oatley, professor de psicologia cognitiva emérito da Universidade de Toronto. Ele também é um escritor premiado. “Uma obra de ficção é um pedaço de consciência que pode passar de uma mente para outra e que o leitor pode torná-la sua”, disse Oatley.

Os livros podem funcionar como uma espécie de “laboratório moral”, como o erudito Jemeljan Hakemulder o chama, ou eles podem agir como o “simulador de vôo” da mente, como Oatley descreve. A leitura pode ajudá-lo a testar com segurança como você se sente sobre certas questões ou pessoas, sem ter que experimentar algo diretamente.

Oatley acredita que os romances que ajudam melhorar as pessoas são aqueles que “nos ajudam a entender os personagens de dentro”, em vez de mais novelas guiadas por enredo. Isso significa que podemos aprender com um livro que faz parte do canhão literário, como a “Sra. Dalloway” de Virginia Woolf, assim como podemos aprender com a ficção popular como “Harry Potter”.

Passar tempo de qualidade com esses personagens é como você relaxar na praia ou sentar-se apoiado em travesseiros de cama, é mais do que um mero escapismo. Ler esses livros pode melhorar sua inteligência emocional verdadeiramente.

Bob Dylan vai para Estocolmo buscar seu Nobel da literatura

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A Cerimonia do Nobel foi realizada no mês de dezembro no ano passado, e mesmo sabendo que havia sido indicado e que receberia o premio por sua carreira como escritor e autor de musicas e poesias no cenário folk musical norte-americano, o cantor não compareceu.

Apesar de ter enviado uma carta com um discurso de agradecimento, a organização do premio decidiu adiar a entrega do premio em sua categoria para uma data que fosse possível para o cantor e musico americano.

Bob Dylan tem 75 anos e não viaja tanto quanto antes. Apesar de ainda realizar shows pelos estados Unidos e alguns outros lugares do mundo, decidiu não comparecer a premiação no ano passado alegando compromissos.

Aparentemente, a organização do Nobel não se sentiu nem um pouco ofendida com a ausência do homenageado e decidiu criar um pequeno evento apensar para entregar o diploma e a medalha do Nobel para o agraciado do ano de 2016.

Sara Danius, uma das representantes da cerimonia disse a jornalistas que a cerimonia não vai contar com câmeras ou fotógrafos, sera bem intima com a presença do próprio Dylan, outros membros do premio Nobel e alguns amigos do musico.

Vale lembrar que o Nobel entrega além de uma medalha e um diploma, um premio em dinheiro para os vencedores. No caso de Dylan, o musico vai ganhar cerca de 8 milhões de coroas suecas, o equivalente a mais de 800 mil euros.

Para conseguir tomar posse de sua premiação, a organização do premio deu a Bob Dylan até o dia 10 de junho para apresentar um vídeo com um agradecimento ou estar presente em Estocolmo para receber a homenagem. O musico decidiu comparecer a cidade de entrega do premio assim como lhe foi pedido originalmente.

Além de comparecer para receber o seu premio, Bob também aproveitou para agendar 3 shows na Suécia. Porém a organização do premio afirma que as datas na Suécia já estavam marcadas mesmo antes de o musico ficar sabendo que seria homenageado pela academia do premio Nobel, e que só por isso iria comparecer pessoalmente a Estocolmo para receber sua medalha.

Pioneirismo

Bob Dylan vem sendo homenageado por muitos a muitos anos, não só pelo seu maravilhoso trabalho no mundo da musica, mas também pela consideração que o mundo da literatura tem pelas suas letras poéticas. Bob é até o momento o primeiro e único musico do mundo a receber um nobel da literatura.

Apesar da grande homenagem, Dylan não gosta muito de falar em publico e não da muita atenção a premiações. Mesmo no auge da sua carreira, o cantor compareceu poucas vezes a cerimonia do Grammy, principal premiação da musica nos Estados Unidos.

Até o momento, a organização do Nobel afirma que o musico folk é o homenageado que mais demorou para receber sua premiação.

 

Jornal do Almoço do Grupo RBS do empresário Eduardo Sirotsky Melzer comemora 45 anos

No dia 6 de março de 2017, o Jornal do Almoço comemorou 45 anos. Durante 45 anos, o programa do Grupo RBS presidido pelo empresário Eduardo Sirotsky Melzer, entrega ao público gaúcho as principais notícias do estado e do país. O aniversário do programa foi comemorado no estúdio, na redação da emissora e nas ruas.

Sabemos que a televisão vem apostando no engajamento com os seus telespectadores através da internet, e no caso do Grupo RBS de Eduardo Sirotsky Melzer a história não é diferente. Para confirmar esse fato, a produção do Jornal do Almoço convidou os telespectadores que costumar interagir com o programa nas redes sociais para participarem da atração, e foi pedido para os convidados relatarem sua relação com o Jornal do Almoço.

A interação com os telespectadores não ficou restrito apenas ao estúdio da emissora, Cristina Ranzolin, que há 20 anos faz parte do Jornal do Almoço, além de ser a apresentadora que há mais tempo exerce essa função na atração, foi para o Centro de Porto Alegre e interagiu com o público do programa. Orgulhosa por fazer parte desses 45 anos do JA, a apresentadora enfatizou a importância do programa para o Rio Grande do Sul, além de afirmar o quanto a atração ainda pode fazer pelo estado: “É com muito orgulho que comemoro estes 45 anos, mas também com uma responsabilidade imensa, porque, quando olhamos para trás e vemos tudo que esse programa já representou para o Rio Grande do Sul, percebemos que temos muito o que fazer, muito o que batalhar para que cada dia seja melhor”. Além disso, Cristina Ranzolin afirmou: “Que continuemos nos reiventando e atendendo toda a expectativa do nosso telespectador. ” Declarou.

Para comprovar o engajamento na internet do público do Jornal da emissora de Eduardo Sirotsky Melzer, a hashtag #JA45anos ficou em 1º lugar entre os principais tópicos nacionais do Twitter. Durante a semana de aniversário do programa, os telespectadores foram convidados a enviar fotos e vídeos assistindo à atração, com isso, o material recebido pela emissora foi exibido durante aquela mesma semana.

O Jornal do Almoço, desde o ano de 1972 leva informação de qualidade ao público gaúcho. Durante todos esses anos, o jornal do grupo dirigido por Eduardo Sirotsky Melzer, se reinventou, sempre acompanhando as inovações tecnológicas, como foi na entrada do sinal digital no país. De acordo com o diretor de Jornalismo da RBS TV, Cezar Freitas, o telejornal é popular entre os telespectadores porque a atração procura a proximidade com a sociedade.

O Grupo comandado por Eduardo Sirotsky Melzer, busca através do Jornal do Almoço dar voz ao povo gaúcho, através dele, o público pode expressar as suas insatisfações, discutir problemas, propor mudanças. Segundo o diretor de Jornalismo da RBS TV, Cezar Freitas, “O JA é a praça pública, onde os gaúchos se reúnem e discutem seus problemas, as soluções, a gente vê os bons exemplos, as pessoas que nos orgulham e as coisas que podemos melhorar”. Além disso, o diretor ainda afirmou que um dos objetivos do JA é continuar proporcionando esse espaço para o público do programa.

 

 

 

Porta-aviões americano que deveria estar a caminho das Coreias navegou em sentido oposto

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A marinha americana se envolveu em uma situação constrangedora em abril. No início do mês a Coreia do Norte ameaçou realizar mais um teste de uma arma nuclear, o que contraria os interesses dos países ocidentais. Para realizar uma demonstração de força e convencer os norte-coreanos a desistirem do teste, o governo americano anunciou o envio de uma armada de quatro navios (incluindo um porta-aviões) para o Mar do Japão, que banha as Coreias. Entretanto, dias após o anúncio, a verdade foi revelada: a armada americana fez exatamente o caminho oposto e se afastou da península.

O anúncio do envio da frota americana causou uma grande tensão na região, com a Coreia do Norte ameaçando lançar um ataque nuclear contra os EUA e a Coreia do Sul. A revelação de que os navios estavam na realidade a caminho da Austrália revoltou os sul-coreanos e foi considerada um fiasco internacional.

Foi o presidente dos EUA, Donald Trump, quem disse que os navios estavam a caminho da Coreia. “Estamos enviando uma armada. Muito poderosa”, disse ele. Após o blefe ser revelado, políticos sul-coreanos chegaram a dizer que não confiariam mais no presidente americano.

Para tentar contornar a situação, o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, afirmou que a frota deve chegar ao Mar do Japão “em alguns dias”, sem precisar uma data.

A frota

Sobre uma coisa Donald Trump não se enganou. A armada que supostamente será enviada para assustar a Coreia é realmente poderosa. A frota é composta por um porta-aviões, o Carl Vinsen; dois destróieres lança-mísseis e um cruzeiro também lança-mísseis.

A estratégia americana funcionou. A Coreia do Norte, que planejava realizar seu teste nuclear em 15 de abril, desistiu da façanha, pelo menos por enquanto. Mas, em uma demonstração de determinação, realizou o lançamento – malsucedido – de um míssil, que explodiu segundos depois do lançamento.

Conflito é iminente

O aumento da tensão na península coreana colocou os países da região em alerta. A China, considerada uma aliada da Coreia do Norte, alertou que uma guerra na região pode começar a qualquer momento. A informação foi dada à imprensa internacional pelo ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi. “Apelamos para que todas as partes se abstenham de se provocar e de se ameaçar, seja com palavras ou com ações, para que não cheguemos a um estágio irreversível e incontrolável”, alertou Wang.

Donald Trump, entretanto, disse que, se a China não dissuadir a Coreia do Norte de construir bombas atômicas, os EUA irão agir, sem explicar se esta ação seria diplomática ou militar.

 

Mais uma na corrida pelos carros autônomos: a Apple

O verdadeiro prenuncio de que uma tecnologia pode se tornar uma tendência, ou mais, sair dos testes e vir a se tornar um produto comercial real é o interesse e investimento de grandes empresas da área de tecnologia ao mesmo tempo. Pensando nisso, é possível que venhamos daqui a alguns anos realmente estar andando em carros sem motoristas.

Recentemente a Apple conseguiu o direito, nos Estados Unidos, de começar a fazer testes com carros sem motoristas, seguindo o exemplo de outros gigantes da tecnologia que já fazem, ou fizeram o mesmo, como a empresa Tesla e mais conhecido, a Google.

Assunto que voltou a reaquecer

No ano de 2016 após um acidente com um carro sem motorista da Google, o assunto acabou ficando frio e cada vez mais de lado, e o mesmo ocorreu após mais um acidente, mas dessa vez no início de 2017, causado por um carro testado pela empresa Uber que abandonou os testes com carros autônomos. Mesmo que por várias vezes os acidentes tenham sido causados por motoristas de outros carros e não pelo próprio carro sem motorista.

Em abril de 2017 os EUA concedeu autorização para que a gigante da tecnologia, a Apple, possa começar a fazer testes com veículos sem motorista, após a empresa ter enviado uma carta formal ao governo. Os testes têm autorização de serem realizados na Califórnia.

A ambição da Empresa

Segundo a própria Apple, a empresa está investindo em machine learning e sistemas autônomos e que o foco principal da empresa é desenvolver softwares para esses veículos.

Esse interesse não deve ser visto como repentino ou algo futurístico, já que várias fabricantes de automóveis estão trabalhando no desenvolvimento desses veículos, com previsão de chegada, de pelo menos alguns modelos, ao mercado nos próximos anos. O que deixa claro que a empresa de tecnologia pode estar de olho na produção de software para as fabricantes.

Eles estão chegando

O investimento pesado e interesse, não de poucas empresas, muito pelo contrário, indica que tanto as empresas de tecnologia, como Google, Apple, como grandes nomes do mundo dos automóveis como Ford e Mercedes-Benz, realmente veem os carros sem motorista como uma tendência próxima para o transporte. E não apenas para carros de luxo, ou transporte específico e sim para o grande público, já que até a própria Uber realizou testes e os carros geralmente usados pela Google são alguns modelos mais populares.

 

Luminotécnica e arte são utilizados para o bem-estar de pacientes no Hospital Copa Star

A rede D’Or São Luiz, ganhou uma nova unidade na região de Copacabana, Rio de Janeiro. Trata-se do Hospital Copa Star, uma rede de alto padrão voltada ao público “A”, que é a principal referência brasileira quando se trata de tecnologia de ponta e atendimento humanizado. O novo prédio de cinco andares com organização única.

A busca por tratamentos com equipamentos médicos mais modernos do mercado é a principal preocupação do Hospital Copa Star. Sua estrutura conta com sala de cirurgias inteligentes, telemedicina, medicina robótica e neurocirurgias com equipamento de ressonância magnética integrada.

A principal missão do hospital é oferecer exclusividade em serviços para pacientes e médicos. Sua área de 21 mil m² oferece sete andares para assistir totalmente os pacientes e, ainda, oferecer acomodações perfeitas para os acompanhantes. Sua estrutura de alto nível e equipamentos de última geração resumem um novo e incrível conceito para garantir atendimento impecável a todos.

Para garantir o conforto e o bem-estar na estadia dos pacientes e acompanhantes, o Hospital Copa Star conta com um incrível projeto luminotécnico, que tem ajuste de cores e intensidade, o que garante ambientes mais agradáveis.

A importância do ajuste de iluminação está ligada à tranquilidade e acolhimento proporcionado. Como local associado a riscos, o desconforto com a iluminação fora dos padrões exigidos pode comprometer o tratamento.

O mesmo cuidado está presente nas salas dedicadas aos médicos, onde as iluminâncias adequadas para as tarefas garantem condições perfeitas para toda a rotina dos profissionais.

Iluminação natural x Iluminação artificial

A principal estratégia do projeto de iluminação artificial é complementar a presença da iluminação natural, resultando em uma arquitetura inteligente e especialmente preocupada com as necessidades de bem-estar e conforto daqueles que utilizam as instalações do Hospital Copa Star.

Entre os cuidados empregados está o esforço para que os pacientes não se sintam em um ambiente hospitalar, mas, sim, sintam-se como em um período de estadia durante os tratamentos.

Preocupação com a sustentabilidade

Além do projeto luminotécnico, as instalações contam ainda com soluções sustentáveis que fazem toda a diferença, como a escolha de peças sanitárias que diminuem potencialmente o consumo de água.

A preocupação com a sustentabilidade se estendeu às escolhas das lâmpadas, onde o modelo LED se mostrou como a solução mais eficiente quanto à redução nos custos e maior vida útil.

Além disto, há um grande jardim vertical que dá presença a uma parede verde com diversas espécies. Além de embelezar a decoração do prédio, este modelo de jardim oferece conforto acústico e térmico ao local onde está presente.

Para se sentir em casa

O acolhimento dos ambientes é especialmente influenciado pelas escolhas decorativas. As escolhas seguiram paletas de cores harmônicas e agradáveis que potencializam a sensação de aconchego em todos os espaços.

Este planejamento foi especialmente pensando para que todos os pacientes fujam à sensação de ambiente hospitalar. Sentir-se em casa, é, certamente, um pensamento comum a todos os pacientes que, sempre que necessitarem, terão as melhores condições do país para seu bem-estar nas instalações do Hospital Copa Star.

 

Pesquisadores encontram outros motivos para o canibalismo na pré-história

 

O período paleolítico, época em que os seres humanos viviam em cavernas, foi cercado pela prática comum do canibalismo. O que sempre foi dito, é que os seres humanos comiam uns aos outros por precisarem de uma demanda muito grande de nutrientes. No entanto, essa teoria foi desmentida por um novo estudo publicado na revista Scientific Reports, que sugeriu um motivo mais peculiar para o canibalismo pré-histórico.

As evidências de práticas canibalescas aparecem nos mais variados sítios arqueológicos. Além dos nossos ancestrais do período paleolítico, os neandertais também eram canibais. A prática que era bastante comum naquela época, levanta muitas perguntas sobre o assunto atualmente, porque é difícil para nós imaginarmos os motivos que levaria alguém a comer um outro ser da mesma espécie. Se observarmos ainda pela natureza, dificilmente encontraremos um animal que seja canibal, isso porque eles não associam outro da mesma espécie como alimento. Por isso a grande pergunta sobre o canibalismo é: Qual a real motivação por trás dessa prática?

Pesquisadores britânicos da Universidade de Brighton, resolveram investigar mais profundamente esse mistério antigo, para isso, eles calcularam as fontes de energia do corpo humano. Dessa forma, os pesquisadores puderam comparar o valor nutricional do corpo dos seres humanos e de outros animais existentes naquela época. Esse calculo feito pelos pesquisadores, revelou que um corpo humano adulto com peso aproximado de 66 quilos, tem em média 144.000 calorias. Os rins têm em média 376 calorias, e o fígado tem em torno de 128. Ou seja, o valor nutricional é muito semelhante aos dos animais.

A carne humana é muito similar à de outros animais, tanto no valor nutricional, quanto nas características. Os músculos presentes nos humanos, também possuem calorias muito similares a animais com peso e tamanho semelhantes ao ser humano. Um dos animais que mais se assemelham é o antílope saiga, com uma carne menos calórica do que a maioria dos animais daquela época, como é o caso do mamute (3.600.000 calorias).

James Cole, cientista e autor da pesquisa, acredita que o ser humano não possua grandes valores nutricionais, comparado a outros animais. O corpo humano, para Cole, é muito pequeno e muito magro para afirmar que os paleolíticos eram canibais por causa da demanda nutricional. Outra característica destacada por Cole, é que os homens daquela época eram fortes e ágeis, sendo assim, poderiam lutar, fugir e pensar, portanto ser canibal poderia ser uma escolha: “Isto pode indicar que as razões que levavam à antropofagia entre hominídeos talvez não fossem puramente nutricionais”.

O autor James Cole ainda revelou ao The Guardian, que seres humanos mortos podem ter sido devorados após uma morte de causas naturais, ou ainda que o canibalismo possa ter existido por disputas de território.

 

Venda de veículos sobe no mês de março

Neste último mês de março, as vendas de automóveis no Brasil aumentaram depois de 2 anos de baixa. A última vez que foi registrado crescimento neste mercado foi em dezembro de 2014.

De acordo com os dados apresentados, foram comercializados 189.143 carros considerados comerciais leves. A venda de caminhões e ônibus apresentou um crescimento de cerca de 5,5% em comparação aos outros meses (179.279).

A Fenabrave, (Federação dos distribuidores) foi quem forneceu os dados. De acordo com a federação o comercio de automóveis não mostrava um crescimento considerável desde 2014.

Mas mesmo com a notícia positiva, a Fenabrave afirma que o crescimento naquele ano foi superior, quase o dobro deste mês. Em dezembro de 2014 foram vendidos cerca de 370 mil automóveis.

Ainda comparando este mês com outros, a federação afirma que este mês foi melhor que o mês passado. Fevereiro teve menos dias uteis, portanto março apresentou uma alta de 39, 4%.

O ano ainda não acabou, mas de acordo com os cálculos, este ano pode mesmo com o crescimento considerável em março, apresentar queda. Durante os primeiros 3 meses do ano em 2016 foram vendidos 472.004 automóveis.

Se houver crescimento, a Fenabrave acredita que ainda sim o volume de carros vendidos durante o ano todo será menor do que no ano de 2006.

Os mais vendidos

O maior crescimento esta com a GM e o seu modelo Onix. O hatch compacto já foi comprado mais de 14 mil só este ano.

O Segundo automóvel mais vendido é o HB20 da Hyundai, com mais de 10 mil vendas. De acordo com a federação estes dois modelos foram os únicos a ultrapassar a barreira dos 10 mil vendidos até o momento.

O terceiro é o Ford Ka. A marca afirma já ter realizado mais de 8 mil vendas do modelo.

Depois destes 3 modelos, ainda estão na lista outros modelos bastante populares mais que não estão indo bem. Volksvagen (Gol), Toyota (Corola), Fiat (Strada) e Chevrolet (Prisma).

Entre os modelos SUVs, existe uma briga párea. As marcas Nissan, Jeep e Hyunda estão de certo forma todos empatados. Cada marca vendeu cerca de 3 mil exemplares.

Outras marcas não tiveram a mesma sorte, mas com a promessa de crescimento, mesmo que pequeno, a Fenabrave acredita que os números serão ligeiramente positivos para todas as marcas com forte representação no mercado brasileiro.