Como foi a participação de profissionais de dados no Analytics – por Rodrigo Terpins

Em outubro deste ano ocorreu um dos eventos mais expressivos a respeito da análise de dados relacionados ao consumidor do país, o Analytics. Na mesa, participaram alguns dos mais atuantes varejistas do Brasil que opinaram e debateram sobre o tema. Quem reporta a notícia é o empresário Rodrigo Terpins. Acompanhe!

O evento como tema “O analytics como vetor de transformação e inovação do varejo.” Ele parte da premissa que as novas tecnologias e inovações são capazes de transformar o varejo. Os consumidores de antes não são os mesmos de hoje, pois estão mais dinâmicos, pesquisam mais e isso requer das empresas que não apenas o conheçam, mas que também analisem seu comportamento.

A organização ficou por conta da revista NOVAREJO juntamente com a Unisys, companhia que oferece soluções tecnológicas. Participaram da mesa redonda, profissionais de crivo em diferentes áreas e sua fala é enfatizada por Rodrigo Terpins.

Entre eles Jacques Meir, diretor executivo de conhecimento do Grupo Padrão. Para o executivo é fundamental que o mercado possa discutir a análise de dados. “Durante décadas a gestão do varejo brasileiro foi feito por meio de dedo,” enfatizou Meier. Segundo ele até surgirem as ferramentas de mensuração e análise de dados vieram para substituir a intuição dos empreendedores, ajudando na tomada de decisões dos gestores.

Já André Almeida vice-presidente da Vertical Commercial da América Latina da Unisys alerta que apesar dos primeiros passos para a retomada da economia os investimentos em melhorias internas ainda não ganharam a força que tinham nos anos antes da crise. Para ele, mesmo em épocas de investimentos prioritários, a inovação deve receber atenção.

Rodrigo Terpins destaca a estratégia da Amazon, um dos maiores varejistas que se utiliza do analytics para suas operações. A ferramenta permite que a empresa use os dados coletados para oferecer produtos mais assertivos aos clientes, melhorando sua experiência de compra e aumentando sua satisfação.

Um dos principais cases do e-commerce nacional, o Magazine Luiza está há quase 20 anos online, reporta Rodrigo Terpins. De acordo com Beatriz Menezes, gerente de atendimento ao cliente da companhia “hoje, estamos em processo de levar essa digitalização para as mãos dos nossos funcionários”. A operação da empresa oferece aos colaboradores o acompanhamento do que os clientes buscaram no aplicativo, permitindo que disponibilizem ofertas assertivas.

Rodrigo Terpins também destacou a participação de Renato Silva, executivo de vendas do Magazine Luiza, que enfatizou a transparência na relação entre os clientes e o treinamento do pessoal. “Vendas são muito importantes, mas explicar a importância de análise de dados hoje em dia é primordial,” ressaltou Renato.

Apesar de ser interessante para o negócio, a implementação de ferramentas dessa natureza nem sempre é uma tarefa simples. O departamento de Ti da varejista de brinquedos Ri Happy levou meses para implementar o recurso. “O analytics começou a pegar na Ri Happy quando o nosso diretor de operação viu valor nos dados”, destacou Eloi Assis CIO da empresa. Ele ainda completou dizendo que a empresa possui uma central que coleta e analisa os dados para enviar inputs diariamente aos gerentes das lojas.

Pesquisadores descobrem que as abelhas podem ser ensinadas a usar alguns equipamentos

macacos, algumas aves e também  as lontras,  que são tão sagazes que possuem a sua própria bolsa natural e carregam nela, uma pedra para conseguir descolar as conchas de moluscos. Mas existem outras espécies que também podem assimilar alguns belos artifícios para facilitar o seu dia a dia.

Em um laboratório britânico, uma encantadora abelha aprendeu como empurrar uma bola de gude, levando ela até um buraco. Quando acabava essa atividade, um equipamento criado pelos pesquisadores disponibilizava um grão de açúcar para ela. Quando ela percebeu esse estímulo, ela ensinou as outras abelhas a empurrarem as suas bolinhas de gude para o buraco, para serem todas premiadas com açúcar no final da tarefa realizada.

Os pesquisadores fizeram testes para assegurar que essas ações das abelhas não eram somente imitações. Eles simularam dois casos, sendo que no primeiro eles colocaram várias bolas de gude em volta do buraco, e as mais próximas eles colaram no piso. No segundo caso, eles não colaram as mais próximas e as abelhas poderiam empurrar as bolas mais fáceis. As abelhas preferiram empurrar as bolas mais próximas, mas acabaram rolando as mais distantes quando não tinham mais opções.

Os cientistas também fizeram outro teste, em que as bolas que anteriormente eram amarelas, foram mudadas por outras pretas. Essa troca não fez diferença para as abelhas, entendendo que essas bolas também precisavam ser levadas aos buracos. O estudo ainda concluiu que as abelhas não imitaram a conduta da abelha pioneira, já que as outras melhoraram a eficiência da primeira, fazendo um trajeto menor para levar as bolas até o buraco.

A primeira abelha foi ensinada a levar as bolas de gude até o buraco pelos pesquisadores, através de uma abelha falsa, que eles prenderam em um palito. Nas outras etapas desses testes, não houveram sugestões externas e foram feitas somente análises das atitudes das outras abelhas, que já sabiam o que teriam que fazer. Esse estudo comprova que de acordo com a tensão do ambiente, as espécies teoricamente mais comuns conseguem desenvolver hábitos mais relevantes de maneira mais simples.

 

Ilhas do Oceano Pacífico são paraísos inesquecíveis

As ilhas são destinos imperdíveis para descansar longe dos grandes centros urbanos e de uma movimentação exagerada. Esses lugares estão na lista de desejos de muitas pessoas, mas que não estão tão acessíveis, principalmente as ilhas do Oceano Pacífico, muito distantes do Brasil. Ainda assim vale a pena fazer um planejamento e conhecer a região na primeira oportunidade que surgir.

Na Polinésia Francesa, território ultramarino da França, existem cinco ilhas na região, não é de se duvidar que o visitante vai se deparar com um paraíso de cenários deslumbrantes. A primeira ilha da região é a famosa Taiti, prosseguindo com as visitas é possível chegar em Bora Bora, o mar do local é praticamente uma piscina natural em meio a montanhas e bangalôs que estão sobre a água. A ilha de Moorea desperdiça beleza sem culpa, um lugar deslumbrante e visitado por casais em lua de mel. Quem gosta de arte não pode deixar de conhecer Hiva Oa, ilha onde o pintor Paul Gauguin morou até os últimos anos de sua vida.

Em Fiji a variedade de ilhas proporciona muita diversidade natural, são mais de 300. O começo do passeio começa em Viti Levi, lá existem resorts que estão de frente para as lindas praias com a garantia de conforto e luxo para as viagens. As ilhas Mamanucas têm partes de areia que parecem isoladas, na ilha Monuriki o filme “Naúfrago” protagonizado por Tom Hanks foi gravado. O surfe tem espaço nesse paraíso pelas boas ondas. Para admirar cachoeiras, a ilha de Vanua Levu é parada obrigatória, suas praias desertas e ótimo ambiente não é cheio de visitantes.

Em Vanuatu, as ilhas têm uma origem vulcânica, as cachoeiras escondidas ficam no meio da selva e das praias desertas. Aproveitar um dia de relaxamento seria ideal para se desconectar de tudo nesse lindo destino. A capital dessa ilha se chama Port Vila e proporciona bons hotéis e restaurantes para os visitantes. As cachoeiras Mele são uma atração que vale a pena a visita por causa de suas piscinas exuberantes e naturais para um dia refrescante. O vulcão ativo que está em Tanna, atrai turistas que se aproximam da cratera no monte Yasur.

 

Cidades baratas com a metade do custo de vida em São Paulo são opções para morar

Quem quer se mudar e procura por economia, busca uma cidade que além dos bons custos ofereçam também qualidade de vida. Diversos fatores que estão relacionados aos preços em uma cidade motivam uma mudança. No Brasil, uma cidade que proporcione uma boa qualidade de vida segue alguns aspectos que podem atrair novos moradores, principalmente aqueles que estão procurando um ar mais puro e mais tranquilidade.

Para quem vive em São Paulo, uma das cidades mais caras do mundo, as demais cidades do Brasil já são atraentes no custo de vida. Porto Seguro, na Bahia, é uma das que apresentam um custo 59,2% menor que a capital paulista.

Em Maceió, Alagoas, os motivos para se mudar vão além do custo de vida. A cidade é banhada por um mar digno de águas caribenhas. Para morar, o custo é 58,4% menor que São Paulo.

Uma cidade com um legado histórico, Olinda em Pernambuco, também tem um valor menor em relação a São Paulo, sendo 53,6% mais acessível financeiramente. Para alugar um pequeno imóvel, o valor é de R$ 403,00, enquanto em São Paulo, os preços começam a partir de R$ 836.

Para quem gosta de cultura e história, precisa levar em consideração a cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais. O lugar possui a maior concentração barroca do país, isso a tornou Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco. O custo de vida dessa cidade é 48,8% menor que em São Paulo.

Apesar de ser turística, Foz do Iguaçu, no Paraná, não espanta ninguém que pretende economizar. A cidade é um dos lugares mais conhecidos e desejados para uma visita, entre Argentina e Paraguai, as Cataratas tornam o lugar com uma beleza fora do comum. Os gastos de um morador nessa cidade são 44,8% menores que na capital paulista.

Escolher uma cidade para morar nem sempre é uma tarefa rápida, é necessário verificar quais os pontos além do custo de vida que fariam a pessoa permanecer por mais tempo no mesmo lugar, e assim a decisão trará maior satisfação de acordo com as preferências pessoais de cada morador.

O que a poluição plástica dos oceanos está fazendo com os corais

 

Nos oceanos e mares o consumo de lixo formado por plásticos, está se tornando cada vez mais uma ameaça real para a vida marinha. Os materiais plásticos nos oceanos se partem em pedaços bem pequenos, formando os microplásticos. Esses materiais acabam confundindo os animais marinhos, que pensam que são alimentos e os ingerem causando diversos problemas nesses animais, como desnutrição, ferimentos internos, asfixia e pode inclusive causar à morte deles.

No caso dos  corais,  cientistas da Duke University perceberam que que eles podem estar ingerindo esses microplásticos, por estarem gostando do gosto deles. Esses plásticos podem soltar em seus corpos e também no ambiente em volta diversos compostos químicos, sendo que os corais podem ter desenvolvido um gosto favorável por alguns desses elementos, mas os pesquisadores ainda não descobriram quais as substâncias preferidas pelos corais.

Os resultados biológicos dessa ingestão de microplásticos para os corais ainda são um mistério, sendo que alguns como os ftalatos, que são estrogênios e androgênios ambientais, são conhecidos como hormônios que interferem na definição sexual. Essa pesquisa foi divulgada no Marine Pollution Bulletin.

Os cientistas utilizaram em seus estudos, corais do litoral da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, e usaram um tanque para os testes com os corais. No momento da alimentação deles, os pesquisadores colocavam microplásticos e areias do mesmo tamanho próximos dos pólipos, que são de formatos cilíndricos e que constituem o corpo do coral, sendo que na parte extrema superior fica localizada a boca.

O pesquisador Austin S. Allen, disse que na primeira vez eles colocaram oito diferentes tipos de plásticos e areia. Os corais quando identificavam a areia, os pólipos fechavam a boca. Mas quando foram os plásticos eles comeram todos eles e ignoraram a maior parte dos grãos de areia. Com isso os pesquisadores acreditam que os plásticos possuem elementos que são saborosos para os corais.

Os corais buscam os alimentos utilizando sensores químicos, que fazem o papel da língua, já que eles não possuem olhos. Na verdade, os corais precisam comer determinada coisa para saber se é comida. No caso dos plásticos, os corais ingeriram 80% deles e no caso dos grãos de areia, eles comeram somente uma areia em cada dez, das vezes que lhe foi oferecido. Isso fez os pesquisadores chegarem à conclusão de que os corais são capazes de saber diferenciar os alimentos.

 

Algumas espécies de anfíbios que não pertencem ao bioma brasileiro foram identificadas em nosso território

consideradas um desafio por aquelas pessoas que defendem a preservação da natureza. Alguns animais como os javalis vindos da Europa e levados para fazendas uruguaias, escaparam e vieram para o Brasil na década de 90, espalhando-se pelas regiões Sul e Sudeste.

Entre essas espécies que são consideradas invasoras, existem algumas de anfíbios. Alguns pesquisadores de universidades de São Paulo, divulgaram um estudo sobre as espécies de anfíbios invasores em nosso país. Foram encontradas seis espécies, entre elas rãs, pererecas e sapos, distribuídos pela maior parte do Brasil.

Algumas dessas espécies foram encontradas recentemente em nosso país, como por exemplo a perereca-assobiadora, que foi trazida sem querer para a capital paulista há menos de dez anos. Outro exemplo é o sapo-cururu, que foi encontrado pela primeira vez há mais de 130 anos, no arquipélago de Fernando de Noronha.

A ideia de um estudo sobre os anfíbios invasores começou quando no verão de 2013, Lucas Forti, do Instituto de Biologia da Unicamp e um dos autores do estudo, viu em um condomínio da cidade do Guarujá, em São Paulo, uma invasão de anfíbios da espécie pererecas-das-bromélias, que são originárias de regiões de Mata Atlântica que vão desde o norte do Rio de Janeiro até o estado da Paraíba.

Lucas Forti acredita que essa espécie deve ter sido levada para o Guarujá por acaso, juntamente com plantas ornamentais, já que essa espécie como o próprio nome diz, gosta de viver entre as águas que ficam acumuladas no meio das folhas das bromélias.

De acordo com o pesquisador, essas invasões podem ameaçar a sobrevivência de outras pererecas da região, que vivem em locais parecidos na cidade de Santos, como por exemplo o gênero Ischnocnema.

Isso acontece porque o ruído que faz uma espécie invasora, pode atrapalhar a interlocução das espécies nativas, principalmente em relação a reprodução delas.

Forti explicou que a comunicação acústica fica comprometida, podendo dificultar a capacidade das fêmeas de encontrarem os machos dentro do meio reprodutivo.

Célio Haddad, também um dos autores do estudo e professor do Instituto de Biociências da Unesp em Rio Claro, foi chamado pelos moradores do bairro do Brooklin, na zona sul de São Paulo, para descobrir sobre ruídos muito altos de noite. O professor descobriu que era outra bioinvasão, já que era o canto de diversas  pererecas-assobiadoras.

 

Uma lixeira flutuante foi inventada por dois surfistas para tentar amenizar os lixos plásticos descartados nos mares

Dois surfistas australianos inventaram uma lixeira flutuante, com o objetivo de captar os resíduos plásticos encontrados nos oceanos e mares, que vem aumentando a cada ano.

A invenção foi chamada de “Seabin”, e consegue captar plásticos de diferentes dimensões e até pequenas porções de combustíveis, já que ele possui um pequeno saco removível, para ser trocado quando ele chega no seu limite.

De acordo com os seus inventores, essa lixeira utiliza um mecanismo que capta energia solar para o seu funcionamento. Ela poderá ser utilizada em embarcadouros e portos, onde as correntes do mar e de vento, fazem com que os resíduos que estão no mar se acumulem. Essa invenção deve começar a ser vendida esse ano.

Essa espécie de lixeira pode recolher cerca de 1,5 kg de detritos do mar diariamente, o que corresponde a cerca de 83 mil sacolas plásticas retiradas em um ano. Estudos revelam que anualmente cerca de cinco milhões de toneladas de  detritos plásticos,  são descartados nas águas marítimas.

Um dos fundadores do projeto conhecido como Seabin, Peter Ceiglinski, acredita que se essas lixeiras fossem colocadas nas águas dos mares, isso pode ocasionar uma diminuição considerável de todo esse lixo descartado de forma indevida nos mares.

A lixeira pode captar detritos de plásticos pequenos e grandes, além de óleo. Apesar de elas não serem tão grandes, sendo colocadas milhares delas espalhadas pelos mares e oceanos, a quantidade de lixo que iria ser retirada acabaria se tornando significativa, acrescentou Peter Ceiglinski.

Um estudo revelou que cerca de cinco trilhões de materiais plásticos, estão espalhados e flutuando pelos mares e oceanos, pesando em torno de 270 toneladas, causando prejuízos aos seres que vivem nesses oceanos e prejudicando também a cadeia alimentar, segundo os dados desse estudo que foram divulgados em um jornal acadêmico, chamado PLOS One.

De acordo com os estudos feitos por pesquisadores da França, Chile, Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia, a grande parte dos lixos plásticos que estão flutuando nos mares, são formados por microplásticos com menos de cinco milímetros.

Este estudo que calculou essa quantidade, contou com 24 expedições feitas em um período de seis anos e foram finalizadas no ano passado.

 

As lebres europeias estão causando prejuízos aos produtores de várias regiões do Brasil

Nas regiões Sudeste e Sul do Brasil, os produtores estão tendo as suas plantações atacadas por animais da espécie lebre europeia. Os danos causados nos cultivos de couve-flor e brócolis podem chegar a 100% do que foi plantado. Os produtores de citrus também estão tendo muitos prejuízos causados por esses animais, girando em torno de 20%.

O animal come o caule das plantações de limão, tangerina e laranja, fazendo com que as árvores dessas frutas acabem morrendo depois de alguns dias, sem a seiva necessária para a sua sobrevivência. Outros agricultores também estão sofrendo com esses animais em plantações de maracujá, melancia, soja, feijão, melão, hortaliças, batata-doce, mandioca, pupunha, abóbora, café, seringueira, quiabo e mandioquinha.

A ecóloga, Clarissa Alves da Rosa, da Universidade Federal de Lavras, em Minas Gerais, explicou que os estados que estão apresentando os maiores prejuízos com esses ataques, são o Paraná, o Rio Grande do Sul e  São Paulo.  Ela ainda comentou que as lebres europeias são comuns no território paranaense, sendo avistadas com frequência na região do Aeroporto Internacional Afonso Pena, inclusive passando pela pista do aeroporto.

Mas de acordo com um estudo feito por Clarissa e outros dez pesquisadores, essa espécie vem se espalhando pelo território nacional, se expandindo em uma velocidade alta de cerca de mais de 45 quilômetros por ano. A espécie já foi encontrada no Mato Grosso do Sul, em Goiás e em Minas Gerais.

A lebre europeia ou lebrão, como também é conhecida, foi trazida da Europa para o Chile e para a Argentina, para a caça esportiva. Mas o lebrão acabou se reproduzindo e chegando aos países vizinhos, sendo que no Brasil os primeiros registros foram na década de 50, quando eles entraram no país pelo Rio Grande do Sul, vindos do Uruguai.

Atualmente essa espécie aparece em mais de 135 cidades no Brasil, segundo o estudo da pesquisadora mineira e dos seus colegas. Nos dois últimos anos, os produtores rurais estão cada vez mais sentindo a presença desses animais.

Mas esses animais recebem o seu nome de lebrão pelo seu porte robusto, e quando estão sentados com as patas encolhidas e sem contar as orelhas pontudas, eles chegam a 25 centímetros de altura, pesando no máximo cinco quilos. Em seu salto ele pode chegar a 70 centímetros de distância, o que o torna parecido com um gato.

 

WhatsApp agora tem função para apagar mensagens enviadas

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Quem nunca escreveu uma mensagem, se arrependeu e depois quis cancelar o envio mas era tarde demais? Pensando nisso, o WhatsApp disponibilizará uma nova função, as mensagens que foram escritas terão até 7 minutos para serem apagadas depois que estiverem na tela do destinatário.

Os erros de digitação nas mensagens enviadas são as inconveniências mais comuns de quem já digitou uma mensagem. Muitas vezes os usuários escrevem no modo automático e quando veem já apertaram o botão enviar. A nova funcionalidade do botão está sendo chamada de “Deletar Para Todos”.

Alguns usuários selecionados já puderam utilizar esse botão. A funcionalidade é citada na seção de perguntas e respostas da aplicação. Não irá demorar muito para nas próximas semanas os usuários dos sistemas Android, iOS e Windows Phone terem a função em seus aplicativos.

Para que o novo botão funcione é preciso tomar cuidado, o usuário precisa ter certeza que quem está recebendo a mensagem também tenha esse recurso disponível. Em uma conversa em grupo todos os usuários também precisam ter a função.

A “Deletar para Todos” oferecerá um tempo limite para a mensagem ser apagada pelo usuário. Quem recebeu a mensagem saberá que ela foi apagada da conversa. Por enquanto são 7 minutos, ou seja, uma mensagem enviada há muito tempo não poderá ser apagada.

Em março aconteceram os testes iniciais, quem era usuário do iPhone tinha esse recurso disponível. Quem descobriu essa funcionalidade foi o usuário do Twitter WABetaInfo que rastreou alterações no código das versões beta do WhatsApp. Na época, a conta do twitter afirmou que fotos e vídeos poderiam ser excluídos também das mensagens.

Hoje existe a possibilidade do usuário excluir a mensagem, mas quem recebeu a publicação continua vendo a mensagem enviada.

O WhatsApp é um dos aplicativos mais usados para a troca de mensagens instantâneas pelo celular. Os fundadores do aplicativo, Jan Koum e Brian Acton, que antes trabalhavam no Yahoo, tentaram uma nova vaga no Facebook e Twitter, mas não conseguiram ser contratados. Depois de uma duradoura negociação, em 2014 o Facebook compra o WhatsApp por US$ 19,2 bilhões de dólares e Koum e Acton passam a fazer parte do conselho administrativo da rede social.

 

Booktubers estimulam mercado literário

No meio virtual a indicação de livros é uma prática que vem atraindo o olhar das editoras. Os canais de recomendações de livros fazem os “booktubers” ganharem um público que espera encontrar boas indicações de leitura.

Não é apenas de indicações que os canais literários são feitos, o leitor passa a entender melhor os livros a partir de outro ponto vista e assim conhecer mais da literatura tanto clássica como atual. O estudo para o vestibular é outra razão para a audiência desses canais, além disso métodos de escrita e leitura são abordados nos vídeos.

Canais como o Tiny Little Things que ultrapassam mais de 200 mil inscritos chamam a atenção de editores e livrarias para parcerias, afinal de contas o público desses canais são potenciais compradores de livros. Quem está no comando do Tiny Little Things é a professora Tatiana Feltrin.

Para os amantes dos grandes clássicos da literatura o canal Ler Antes de Morrer é uma boa escolha, nesse ano o canal da jornalista Isabella Lubrano conseguiu mais de 100 mil inscritos. Desde 2014, Isabella está trabalhando em seu canal que lhe proporciona um rendimento financeiro, com isso ela pôde deixar o emprego de produtora da TV Gazeta.

A forma como a literatura é abordada para o leitor tem um tom mais leve, o que a torna mais fácil, mas isso não deixa de lado o poder que o jornalismo tradicional possui. Os canais que comentam os livros do YouTube no caso, apenas estão contribuindo para aumentar o número da nova geração de leitores e isso potencializa o modo de aproveitar o marketing que surge com os booktubers, o que pode aumentar e melhorar o mercado literário.

O canal Literature-se da estudante Mell Ferraz a incentivou a cursar uma faculdade na área para trabalhar no ramo. Tanto os livros clássicos como os autores menos conhecidos são abordados em seu canal. A booktuber tem uma seção de vídeos especial do livro Ulisses, de James Joyce, em que fala detalhadamente da história em 16 vídeos de uma maneira leve e atrativa para conquistar o interesse do seu público.