Um estudo afirma que um terço das espécies de animais do planeta desaparecerão

Resultado de imagem para espécies em extinçãoParece roteiro de filme de ficção científica, mas infelizmente é a realidade, Um terço de todas as formas de vida do planeta pode desaparecer

Cientistas alertam para o fato a décadas, mas agora a situação ficou mais crítica. Um estudo divulgado pela revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (NAS) no começo do mês de julho de 2017, aponta que estamos passando por uma aniquilação em massa das espécies, e que essa já pode ser considerada a 6º onda de extinção do planeta.

A vida aqui na Terra tem cerca de 4 bilhões de anos e já tivemos cinco episódios de extinção em massa de várias espécies. O mais famoso e último, aconteceu há 66 milhões de anos, quando a queda de um meteoro ou cometa fez desaparecer os dinossauros e 80% das espécies terrestres, assim se especula. Já nesta 6º onda, há uma grande diferença fundamental, a causa. Desta vez nós somos os responsáveis.

Nas últimas décadas a destruição de habita-te natural, a grande exploração de recursos naturais, os organismos invasivos, a poluição, o uso de toxinas e mais recentemente as mudanças climáticas, bem como a interações sobre esses fatores, levaram a um declínio catastrófico nos números e no tamanho das populações de espécies de vertebrados, tanto comuns quanto raros, afirmam os pesquisadores.

Desde o ano 1500, 322 espécies de animais foram extintas, mas agora o processo está em plena aceleração. Os pesquisadores descobriram que a população de quase um terço das 26600 espécies de mamíferos, aves, anfíbios e répteis estudados, estão encolhendo em números absolutos e alcance territorial.

Os autores mostraram que a queda populacional não acontece apenas entre os animais com risco de extinção, mas também entre espécies que nunca ganharam atenção ao serem analisadas. Hoje por exemplo, existe cerca de 400 mil elefantes no continente africano, no século passado eram mais de 1 milhão. Apesar deste número, após muita matança em busca do precioso marfim, os elefantes africanos têm a sua população sobre estado de alerta de extinção

A poluição liberada nos oceanos atinge números gravíssimos, sendo depositados 8 milhões de toneladas de plásticos nos oceanos todos os anos e grande parte desse plástico, acaba contaminando os seres vivos que vivem em mares e oceanos. A Organização das Nações Unidas (ONU), estima que até o ano de 2050 essa contaminação terá atingido seu pico máximo, matando muitas espécies de animais marinhos e contaminando praticamente todas as aves marinhas do planeta.

As matas e florestas do planeta já foram exploradas pelo ser humano, mesmo que algumas delas ainda permaneçam preservadas, no ritmo de destruição em que se encontra as atividades humanas, a chance de espécies que sobrevivem nestas florestas sobreviverem a ação do homem é de menos de 50% no próximo século, afirma o estudo.

Dormir demais eleva o risco de infarto e AVC

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Todo mundo sabe que dormir pouco não é nada bom para a saúde. No entanto, uma nova pesquisa realizada por pesquisadores da Unifesp – Universidade Federal de São Paulo, revelou que dormir muito pode trazer grandes riscos de desenvolver doenças cardiovasculares. A pesquisa foi feita em parceria com o Instituto do Sono, e foi apresentada na mais recente edição do World Congress on Brain, Behavior and Emotions, que foi realizado em Porto Alegre do dia 14 ao dia 17 do mês de junho.

Os pesquisadores apresentaram o estudo em um dos painéis que compunham o evento. Na apresentação os cientistas relataram diversos estudos, tanto do Brasil quanto do exterior sobre a associação entre muitas horas de sono e o maior risco de doenças cardiovasculares.

Dentre as pesquisas apresentadas, uma pesquisa feita pela Universidade de Nevada, localizada nos Estados Unidos, concluiu que quem dorme de duas a quatro horas por noite, aumenta o risco de sofrer um infarto ou um AVC – Acidente Vascular Cerebral em duas vezes. No caso de quem dorme mais do que dez horas por noite, o risco chega a ser sete vezes maior.

A palestrante do congresso e também pesquisadora da Unifesp, Lenise Jihe Kim, explicou que esse aumento pode ter relação com características peculiares do sono no caso dos que dormem demais. “Basicamente, os grandes dormidores teriam maiores despertares durante a noite, ou seja, um sono mais fragmentado. E a cada despertar a gente eleva a pressão arterial e a frequência cardíaca. Isso, cronicamente, leva à hipertensão, inflamação e alterações cardiometabólicas que favorecem um AVC ou um infarto”, disse Lenise.

A pesquisadora ainda revelou que até recentemente os estudos sobre riscos de doenças cardiovasculares relacionados ao sono, ficavam restritos apenas a privação do sono. Lenise disse: “O assunto dos grandes dormidores é muito recente. Temos registros de alguns estudos um pouco mais antigos, mas pesquisas epidemiológicas com evidências populacionais são de 2016 para 2017”.

Um estudo realizado por pesquisadores de Baltimore, que foi publicado em 2009, mostrou as primeiras incidências do risco aumentado com a maior quantidade de tempo dormindo. Neste estudo, o resultado revelou que quem dormia mais que 10 horas por noite, tinha o risco de morrer por uma doença cardiovascular aumentado em 38%, comparado a pessoas que dormiam cerca de oito horas por noite. Esse foi um dos primeiros índices que apontou um aumento maior do risco em horas extras de sono.

A especialista explica que os dados podem ocorrer pelo simples fato de que quem dorme mais de 10 horas por noite, não consegue ver nisso um problema. Lenise disse: “Ela não reconhece bem os sintomas, acha que, por ter a oportunidade de dormir mais, não tem problemas e não procura serviços médicos. Mas a verdade é que os que dormem mais horas costumam sofrer mais com problemas como ronco e apneia do sono”.

Crises epiléticas podem ser agravadas por causa do estresse

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Que o estresse causa um monte de problemas à saúde todo mundo já sabe, mas uma descoberta recente revelou que o estresse também está relacionado a ataques epiléticos. A descoberta foi feita por pesquisadores americanos da Universidade de Columbia. Segundo a descoberta, o nervosismo pode aumentar o número de convulsões em quem já tem a doença.

Esta é uma descoberta muito importante para prevenir e tratar as convulsões de quem é epilético. Os pesquisadores conseguiram concluir que o nervosismo do estresse aumenta o risco de uma convulsão em até três vezes, isso para um quadro de ansiedade extrema. No caso de transtornos de humor o risco chega a ser duas vezes maior.

As informações foram coletadas de 81 pacientes do estado de Nova York. Todos eles foram diagnosticados recentemente com epilepsia, dentre eles, alguns apresentaram apenas uma convulsão até a data do estudo. Após estudar as informações desses pacientes, os cientistas os acompanharam por um período de dois anos, investigando todas as causas que poderiam ocasionar em uma convulsão.

O estudo concluiu que quando os indivíduos eram submetidos a situações que envolviam um alto grau de nervosismo, situações em que o estresse era intenso, tinham mais convulsões. No caso de situações mais tranquilas, o risco era muito menor.

Os fatores estressantes detalhados pelos pesquisadores, foram: perda de emprego, problemas com dinheiro, doença ou morte na família, lesão física, dificuldades no relacionamento e legais. Os cenários descritos são os mais reais possíveis e que a maioria das pessoas acabam passando em algum momento da vida. Além disso, trata-se de situações bem mais complexas que um único dia caótico.

Os pesquisadores asseguram que essa ligação ainda é relativamente pequena, no entanto, é um caminho importante para encontrar um tratamento mais abrangente para a epilepsia. No artigo publicado pelos pesquisadores, eles afirmam: “As intervenções de redução de estresse, como a técnica mindfulness e a terapia comportamental cognitiva, podem ser consideradas tratamentos adjuntos seguros e baratos”.

Segundo os pesquisadores, quem sofre com a doença pode procurar auxílio em alguns tratamentos complementares para manter a mente e o corpo mais tranquilos.

A disfunção crônica no cérebro chamada de epilepsia, tem como principal característica, convulsões recorrentes. Segundo os neurologistas de todo o mundo, a epilepsia ainda é um grande mistério para a medicina moderna, no entanto, o que se sabe é que ela está relacionada a descargas elétricas que acontecem de forma anormal no cérebro.

Dentre os pacientes, as convulsões costumam acontecer mais em adultos enquanto estão dormindo, o que pode ocasionar em uma série de outros problemas. A epilepsia ainda pode se agravar em determinadas condições, como a privação de sono, o sedentarismo, a má alimentação, a ingestão de bebidas alcoólicas e de outras drogas.

 

Veja também: A FDA proibiu medicamento relacionado a surto de overdose nos Estados Unidos

Massivas atividades vulcânicas, por cerca de um milhão de anos, originou a era dos dinossauros

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De acordo com um estudo publicado no boletim científico “PNAS”, um período de aproximadamente um milhão de anos de intensa atividade vulcânica teria sido responsável pelo começo da era dos dinossauros. Especialistas localizaram rochas com elementos oriundos de grandes erupções vulcânicas que ocorreram por volta de 200 milhões de anos atrás.

Segundo os cientistas, este ciclo de erupções foi o principal agente motivador de uma das maiores extinções já ocorridas na história do planeta – a do período Triássico – e que abriu caminho para que os dinossauros virassem os grandes dominadores da Terra. Conforme revela o relatório, os primeiros anfíbios e alguns seres que se assemelhavam a mamíferos e crocodilos foram alguns dos principais espécimes dizimados no período.

Para Lawrence Percival, líder do estudo e professor da Universidade de Oxford: “Os dinossauros puderam explorar os nichos ecológicos que ficaram livres pela extinção”. A pesquisa ainda revela que qualquer criatura que vivesse próximo aos locais de erupções teria sido gravemente afetada. Até mesmo seres que residiam em locais mais distantes do foco de atividade vulcânica também seriam atingidos, pois as constantes erupções provavelmente devastaram uma grande área – seja bloqueando a luz do sol ou elevando as taxas de dióxido de carbono no ar.

Mesmo diante um cenário tão adverso, as primeiras espécies de dinossauros conseguiram manter-se vivos – contudo, os estudos não revelam como isso foi possível. Assim que o período de turbulência foi acalmado, os poucos competidores restantes não foram páreo para evitar a ascensão dos grandes répteis.

Mercúrio como base do estudo

A equipe de cientistas analisou rochas de origem vulcânica, dessa época, em quatro continentes. Um levantamento anterior havia avaliado os índices de variação de carbono presente nas rochas, e relatava que estas taxas estavam diretamente relacionadas ao aumento da quantidade de dióxido de carbono proveniente das erupções. Entretanto, o novo estudo focou em outro tipo de impressão de atividade vulcânica: os provenientes do mercúrio.

Ao entrar em erupção, os vulcões lançam nuvens de gás que ascendem ao céu e carregam grandes quantidades de mercúrio. O metal, em seguida, é espalhado pela atmosfera e depois precipita, sendo depositado no solo onde ficar estagnado por milhões de anos.

Conforme explica Percival: “Se você vê um grande aumento de mercúrio nestes sedimentos, você pode inferir que houve atividade vulcânica nesse exato momento (…)E isto é o que vemos no momento desta extinção”, conclui.

Os especialistas constataram que o período de atividade teria se estendido por cerca de um milhão de anos. Para a também professora da Universidade de Oxford, Tamsin Mather: “Você provavelmente tem diferentes áreas ativas em diferentes períodos durante milhões de anos. E você provavelmente tem períodos de erupções ocorrendo por volta de uma década com grandes volumes de magma e gases surgindo da superfície também”. Dessa forma, os cientistas querem utilizar o mercúrio para diagnosticar outros ciclos de atividade vulcânica.

Descubra mais sobre o sucesso da banda Viper e do baterista Cassio Audi

A banda Viper surgiu pela paixão por música compartilhada pelos irmãos Pit Passarell e Yves Passarell, e o amigo de infância da dupla, Felipe Machado, que juntos já ensaiavam acordes de baixo e guitarra. Depois de algum tempo, esse hobby acabou evoluindo para algo mais e assim os três amigos decidiram que queriam ser músicos e tocar em uma banda profissional. Antes de chegar ao nome Viper, o grupo ainda chegou a se chamar Pruckles e Rock Migration, mas estes acabaram sendo substituídos pelo nome definitivo da banda.

Logo ao criarem a banda, os três músicos conseguiram agendar apresentações em lugares de pequeno porte, e assim começaram a juntar dinheiro para adquirir instrumentos musicais melhores e investir na estrutura do Viper. Nessa época, um dos grandes desafios do grupo era encontrar um baterista que se encaixasse perfeitamente ao estilo da banda. Depois de muito procurar, eles acabaram encontrando Cassio Audi, que conferiu a personalidade e o talento necessários para a bateria.

Nos anos 80, o Viper se apresentou para o maior público de sua história em um importante festival de talentos. Nos meses seguintes, o vocalista em ascensão, Andre Matos, foi convidado a se juntar a Cassio Audi, Felipe Machado, Yves Passarell e Pit Passarell, assumindo os vocais do Viper a partir de então.

Logo em seguida, a banda foi convidada a assinar contrato com a gravadora de pequeno porte Rock Brigade, e assim iniciou o processo de desenvolvimento do seu primeiro álbum, o qual viria a ser lançado em 1987, chamado “Soldiers of Sunrise”. Entre os maiores hits do CD, é possível citar as músicas “Wings of the Evil”, “Sign of the Times” e “E.R.”, que foram consideradas produções acima da média para o heavy metal brasileiro da época, o que inclusive gerou comparações entre o Viper e o Iron Maiden, uma das maiores bandas de todos os tempos do gênero.

A canção “Sign of the Times” foi um dos grandes exemplos de como o Viper era competente em criar músicas que ficavam na cabeça, principalmente pelo instrumental envolvente de Cassio Audi e Felipe Machado. O sucesso do CD de estreia foi tanto que a banda superou as expectativas da gravadora e começou a obter destaque até mesmo no cenário internacional. Em pouco tempo, o Viper conseguiu fechar contrato com a El Dourado, uma gravadora maior e mais completa.

Com o passar dos anos, o sucesso internacional foi se expandindo e o Viper teve a chance de realizar turnês no exterior. Destaque especialmente na Europa Oriental e no Japão, a banda chegou a superar recordes importantes neste último, vendendo mais CDs do que algumas grandes bandas da época como Van Halen e Nirvana. No Brasil, a situação não era diferente, e Andre Matos, Cassio Audi, Felipe Machado, Yves Passarell e Pit Passarell conquistaram milhares de fãs e entraram para a história do heavy metal nacional.

Com músicas boas e envolventes, a banda Viper conseguiu se diferenciar das demais devido ao cuidado na produção de suas canções, especialmente na sonoridade da bateria de Cassio Audi, que em conjunto com os vocais de Andre Matos, conquistaram o público e elevaram o heavy metal do Brasil a um novo patamar.

 

Remédios para emagrecer são liberados por nova lei mediante receita específica

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Projeto aprovado pelo Congresso, liberando a venda de medicamentos para emagrecer mediante receita foi sancionado pelo presidente em exercício, Rodrigo Maia do DEM carioca, nesta sexta-feira, dia 23. A lei libera a manipulação, prescrição e venda das seguintes substâncias utilizadas como inibidoras do apetite:

  • Sibutramina
  • Femproporex
  • Anfepramona
  • Mazindol

Ainda na sexta-feira, dia 23 o CFM (Conselho Federal de Medicina) posicionou-se com total apoio à sanção da lei.

Conforme o presidente da entidade, Carlos Vital Tavares Corrêa Lima, o texto do projeto está atendendo à expectativa do Conselho, quando permite no país o acesso por parte da população a medicamentos de relevante importância na continuidade do tratamento de casos de obesidade, desde que, logicamente com a prescrição dos médicos.

Segundo o CFM, a lei hoje sancionada está respeitando a autonomia dos médicos e também dos pacientes quando da escolha dos procedimentos terapêuticos a serem utilizados.

O órgão também afirmou que a continuação da proibição das 4 substâncias estaria representando grande “interferência” na opção de escolha, o que poderia trazer fortes consequências.

Defendendo outra linha está a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância) que se posicionou contra a lei, afirmando ainda que seria inconstitucional e com poder de influenciar negativamente no aumento de risco para a saúde da população.

Segundo indicado pela Anvisa a regulação sobre o registro sanitário caberia à própria agência e isto após rigorosas análises técnicas sobre segurança, qualidade e eficácia, da mesma forma a qual ocorre em países desenvolvidos, garantindo a qualidade da saúde dos brasileiros.

No ano de 2011 a Anvisa fez a retirada do mercado, bem como a proibição da comercialização da Anfepramona, do Mazindol e do Femproporex. Segundo a agência os laboratórios detentores do registro de tais medicamentos no país não teriam apresentado estudos satisfatórios com relação à eficácia exigida pela Anvisa e seus parâmetros adotados, cobrados tanto no Brasil como em vários outros países.

Considerando uma revisão da literatura científica a agência informa que os riscos correlacionados ao uso de tais inibidores de apetite da família dos Anfetamínicos são maiores do que seus benefícios apresentados.

No mesmo ano a Sibutramina foi reavaliada junto às demais substâncias, porém no caso dela o órgão verificou que seus benefícios seriam maiores do que os possíveis riscos apresentados à saúde.

Um decreto legislativo já havia sido aprovado, suspendendo a proibição da Anvisa com relação aos medicamentos em 2014, mas a forma da venda não foi normatizada, o que deixou o procedimento como antes.

Uma emenda da lei agora aprovada no Congresso e já sancionada prevê a prescrição médica com receita do tipo B2 para a aquisição dos medicamentos.

Para ter acesso na íntegra à nota do Conselho Federal de Medicina é só acessar aqui.

 

 

Especialistas dão dicas de como economizar na compra mensal

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Em tempos de crise a ida ao supermercado fica mais sofrida, cada mês o dinheiro parece que fica mais curto, os alimentos são os principais responsáveis por essa alta dos preços. Comprar em atacados e feiras livres pode ser uma opção para economizar.

Entenda porque a Venezuela, um país rico em petróleo não tem comida nas gôndolas dos mercados.

As compras de supermercado abocanham cerca de 1 terço dos gastos fixos das famílias brasileiras. O preço dos alimentos subiu nos últimos dois meses. Em março 0,34% e em abril 0,58%. Isso gera um impacto a médio e longo prazo, principalmente em famílias de baixa renda.

Supondo que nós tivéssemos feito uma compra no mês passado, hoje pra gastar o mesmo valor teríamos que tirar pelo menos um item desse carrinho. Para não precisar mudar a alimentação dentro de casa, algumas dicas podem economizar. A boa e velha lista de compra pode estar na versão papel ou em um smartphone. Ela é uma aliada para manter o foco e evitar as compras por impulso.

“Os atacadistas são uma ótima opção, porque ai você pode concentrar os produtos não perecíveis em compras maiores que poderão ser mantidas por um mês inteiro. Um exemplo, são os produtos de limpeza”, diz o educador financeiro Vítor Hernandes.

Exemplos como o da aposentada Adelita Carvalho, que não tem preguiça de procurar o melhor preço, também podem ser seguidos como uma estratégia de economia. “Toda a semana eu passo em vários supermercados e garanto que vale a pena pesquisar bastante antes de comprar qualquer produto. As vezes um produto que custa um determinado valor em um mercado, acaba custando menos em outro. No final, a compra fica distribuída por vários mercados”, diz a aposentada.

Escolher alimentos da estação como as frutas também é uma boa opção para economizar. Outra estratégia dos consumidores é testar as marcas mais baratas. “Quando tem uma marca mais barata eu compro um, provo e se aprovar, volto e compro mais. Já substituí o amaciante de roupas, marca de arroz, por conta do preço”, diz a aposentada Adelita.

“Hoje nós temos sites, aplicativos que nós podemos usar para pesquisar. Inclusive por regiões, por tipo de mercados, por produtos. Então essa tecnologia veio realmente para nos ajudar a termos opções muito melhores”, diz Hernandes.

A alternativa é driblar a crise com todas as armas e com sabedoria popular. Aproveitar o máximo de promoções possíveis nos supermercados próximos de sua casa e comprar com base no consumo mensal. Caso você deseje fazer um estoque desses produtos para os próximos meses, verifique antes a data de validade e certifique-se de comprar todos os outros itens da compra.

Um bom planejamento de compra pode reduzir os gastos com a compra do mês em até 30%. Alguns especialistas afirma que o impacto dessa economia durante um ano, pode desafogar muitas contas que faz parte do começo do ano, como IPVA, IPTU e na compra do material escolar das crianças.

A discriminação de gênero está diminuindo em relação aos profissionais de educação infantil do sexo masculino

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Apenas 4% dos professores de creches no Brasil são homens, um número que apesar de baixo cresceu nos últimos 7 anos. Existem alguns motivos para que isso aconteça, um deles é o preconceito.

O professor Anderson Nunes Louro, é muito conhecido e popular no bairro onde trabalha com as crianças. Ele é um dos raros exemplos de professores homens na educação infantil. “Na verdade o primeiro impacto é com os país se assustando, mas depois de algumas interversões, conversas, olhando nosso profissionalismo, isso acaba”, diz Anderson.

Na sala ao lado o professor José Tiago França, é o querido das crianças, ele já está acostumado a ter mais colegas mulheres. “Na faculdade eram 120 alunas para cada 2 homens”, explica Tiago.

Enquanto alguns deles são bem-aceitos, outros esbarram na resistência dos pais em ter um docente do sexo masculino dando aulas para seus filhos. “A impressão é que todos os rapazes que vão trabalhar com educação infantil têm algum problema psicológico, alguma perversão, sendo que isso é uma distorção da realidade da sociedade, isso não é verdade”, diz a professora de educação da USP, Maria Letícia Nascimento.

Essa resistência é um indício de que parte da sociedade ainda atribui à mulher os cuidados com as crianças. Tanto em casa quanto na escola, mães e pais costumam reproduzir mesmo que de forma inconsciente esse estigma, mas algumas escolas já defendem a contratação de bons profissionais, independente do gênero.

A rede municipal de educação de São Paulo ainda sofre com a disparidade. De um total de 26 mil professores na educação infantil, somente 350 são homens e há um outro motivo que agrava esse quadro: “Evidentemente os rapazes ficam pouco estimulados a trabalhar com a educação infantil, porque o salário é efetivamente muito baixo”, explica Maria Letícia.

De forma discreta o cenário está mudando no Brasil. Segundo o censo escolar do ano passado 3,7% dos professores que atuavam com alunos de faixa etária de 0 a 5 anos são homens. Em 2009 eles representavam 2,8%. “Você tem um bom professor, que faz um bom trabalho e tem um boa relação com as crianças e deixa isso transparecer para os pais, isso é uma garantia de que não haja nenhum problema por ser um homem ou uma mulher trabalhar com as crianças pequenas”, afirma Maria Letícia.

Coleta Seletiva: uma medida muito importante para o meio ambiente

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A coletiva seletiva é uma forma de separar os resíduos sólidos que são gerados pelas atividades humanas e assim promover uma melhor destinação final a eles. A Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei nº 12.305/10, estabelece que a implantação da coleta seletiva pelos municípios é obrigatória e deve fazer parte do conteúdo mínimo dos planos de gestão integrada de resíduos sólidos. Dessa forma, é viável ter um sistema capaz de recolher materiais recicláveis, como papéis, plásticos, vidros, metais e orgânicos.

A separação dos resíduos sólidos é importante não só para o meio ambiente, mas também para a sociedade e empresas, em virtude de conseguir diminuir a poluição dos solos e rios. Esses resíduos, quando recebem a devida destinação, deixam de ser lixo e passam a ter valor. Isso possibilita a geração de renda e economia para as organizações, tendo em vista a problemática que o lixo produz em termos de questões ambientais e, ainda, de saúde pública.

Desse modo, a coleta seletiva evita as consequências causadas pela destinação inadequada do lixo, como o surgimento da proliferação de vetores e doenças, a contaminação de lençóis subterrâneos e do solo, devido à formação do chorume (líquido de coloração escura, turva e de odor forte produzido a partir da decomposição de substâncias presentes nos resíduos sólidos e prejudicial à saúde), e a poluição do ar, lançada por meio das queimadas.

E são várias as vantagens de realizar a coleta seletiva, como a reciclagem de materiais que teriam como destino lixões e aterros sanitários, sendo que, posteriormente, voltam como matéria-prima de qualidade e exigem menos desperdício de água e energia. Além disso, esse processo traz economia e os materiais recicláveis faz com que não haja necessidade de retirar os recursos naturais do meio ambiente, garantindo então o desenvolvimento sustentável. Vale ressaltar, também, o conceito dos “3R’s”, que desempenham papel significativo na coleta seletiva, de forma que é possível reduzir, reutilizar e/ou reciclar os materiais.

Portanto, é preciso conscientizar as pessoas sobre a importância de praticar a coleta seletiva é a educação ambiental, através de informações necessárias e práticas adequadas para tomadas de decisões, vinculada a uma conduta ética que proporciona uma melhor qualidade de vida para toda a sociedade. Saiba mais sobre as vantagens de implantar a coleta seletiva clicando aqui.

 

 

Eduardo Sirotsky Melzer recebe destaque de consultoria internacional

Eduardo Sirotsky Melzer acaba de receber mais uma honraria em reconhecimento a seu desempenho à frente do Grupo RBS.

Trata-se da inclusão de seu nome em lista divulgada pelo Cambridge Institute for Family Enterprise, que o coloca entre os principais empreendedores no comando de negócios familiares ao redor do planeta. Na verdade, esta é a terceira vez ´consecutiva que os selecionadores concedem a distinção ao jovem executivo brasileiro.

O ranking é divulgado anualmente pelo Cambridge Family Enterprise Group, uma organização internacional fundada em 1989, dedicada à prestação de consultoria especializada na orientação de famílias empreendedoras.

O processo de identificação dos executivos que se destacam é capitaneado pelo Professor Doutor John Davis, da Harvard Business School, fundador e atual presidente do Conselho Administrativo do Cambridge Family Enterprise Group. Com vida profissional dedicada ao tema, tornou-se um dos consultores mais requisitados mundialmente para orientar negócios de base familiar. É ele que, respaldado pela autoridade que alcançou no tema, conduz a equipe de especialistas responsáveis pela definição dos escolhidos da lista em que Eduardo Sirotsky Melzer foi incluído.

Entre os critérios observados pelos selecionadores para chegar à composição final da relação de executivos estão aspectos como o pioneirismo demonstrado pelos potenciais integrantes do grupo, o nível de excelência demonstrado na condução dos negócios e a relevância de suas ações para a comunidade de que fazem parte.

Fica claro que os escolhidos formam um conjunto de executivos que têm em comum a convicção de que seus negócios seriam de pouco valor se fossem tratados como fins em si mesmos. Para eles, a maior riqueza que geram por meio de seu trabalho está na possibilidade de tornar a sociedade melhor.

Os componentes da lista também possuem em comum o fato de serem todos herdeiros, um grupo de pessoas nem sempre bem visto pela sociedade. Frequentemente são apontados como afortunados nascidos em berço de ouro e não merecedores do destaque que recebem.

Mero preconceito que o esforço feito pelo Cambridge Family Enterprise Group pretende que seja superado. Eduardo Sirotsky Melzer, por exemplo, começou a trabalhar por conta própria ainda na década de noventa, quando contava pouco mais de vinte anos. Iniciou sua carreira no Brasil, atuando no mercado financeiro e de franchising, chegando ao posto de franqueador master da multinacional Sweet Sweet Way. Participou ainda de projetos da consultoria Booz Allen & Hamilton. Nos Estados Unidos, foi analista sênior da Delphi Corporation e diretor-geral da Box Top Media, empresa de mídia não tradicional, localizada em Nova York. Apenas em 2004, já com trinta e dois anos, iniciou suas atividades como parte do quadro efetivo do Grupo RBS.

Assim como fez profissionalmente, atual presidente do Grupo RBS, Eduardo Sirotsky Melzer preparou-se do ponto de vista acadêmico. Graduou-se em Administração pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS e obteve o grau de Master in Business Administration – MBA na Harvard Business School.

Em suas contas nas redes sociais, Eduardo Sirotsky Melzer se disse honrado com a nomeação, parabenizou os demais indicados e agradeceu especialmente ao Professor Doutor John Davis pelo reconhecimento.