Metas, ações e planos são fatores para realizar os objetivos do Ano-novo

No começo do ano todo mundo tem os seus objetivos traçados. É lógico que todos querem ver as suas metas realizadas, mas o desejo e a força de vontade não são suficientes para de fato conseguir o que foi planejado, por isso é fundamental disciplina e esforço.

Dependendo do que se pretende alcançar, o tempo deve ser considerado para estar alinhado com as expectativas. Caso perder peso seja um alvo, seria importante definir em quanto tempo seria possível perder uma quantidade exata de quilos, e o que poderia ser feito para alcançar essa meta.

Se uma pessoa deseja aprender um idioma, será preciso definir a forma da aprendizagem, se será autodidata, aulas particulares, curso ou com algum amigo que domina o idioma estrangeiro.

É muito fácil elaborar as novas resoluções para o Ano-novo e mais fácil ainda é descumpri-las, então é preciso ser meticuloso com o planejamento e sempre que acontecer um imprevisto não permitir que ele se torne uma rotina.

Pesquisas afirmam que é mais fácil para o ser-humano recuperar uma habilidade que tinha do que desenvolvê-la. Então quem pretende voltar a correr terá mais facilidade do que alguém que não tinha o hábito de praticar corridas.

Quando duas pessoas estão envolvidas em um plano as chances de que eles sejam realizados são maiores. Isso acontece porque existe um sentimento de compensação pelo outro esforço, e gera uma motivação para que as ações de cada pessoa que tem uma meta em comum possam estar de acordo com as expectativas que foram combinadas pelas duas pessoas.

Comentar sobre as conquistas alcançadas é outro fator motivador para um objetivo e isso pode inspirar outras pessoas a fazerem o mesmo.

Os planos a longo prazo exigem maior espera, não é de um dia para outro que uma pessoa consegue economizar para comprar um apartamento ou uma casa, ou começar um investimento.

Ter em mente as recompensas do esforço é outro fator importante que impulsiona as ações. Saber que todo o trabalho vai gerar resultados satisfatórios estimula com o prosseguimento das atividades, pois nem sempre os resultados vêm de maneira rápida, o que irá exigir paciência.

 

Marca de aparelhos italiana levará nome de Steve Jobs

Ninguém poderia imaginar que a Apple poderia perder o nome que contribuía para o marketing da empresa: Steve Jobs. Sim, isso mesmo, se a Apple quiser usar o nome de seu fundador deverá ter os direitos do nome que não pertence a empresa.

Quem teve a ideia de criar uma marca com o nome Steve Jobs, foram os irmãos Giacomo e Vincenzo. Quem tomou a decisão a favor dos irmãos foi o European Union Intellectual Property Office (EUIPO), que é responsável por definir os direitos de propriedade intelectual da União Europeia. Na disputa contra a multinacional Apple, os irmãos italianos conseguiram sair vitoriosos.

O início de tudo se deu em 2012, quando os irmãos tiveram uma ideia que nem mesmo a própria Apple tinha tido, registrar a marca Steve Jobs. Então a vontade de homenagear um dos maiores expoentes da comunicação e da informática veio quando eles perceberam que o nome ainda não estava registrado.

Conforme foi relatado para a BBC, depois de registrar o nome, não demorou muito para que os audaciosos irmãos recebessem diversos documentos. Entre eles havia uma pasta que ameaçava o pedido de indenização de US$ 1 bilhão pelos danos.

Para quem está fora do ramo US$ 1 bilhão pode parecer uma valor estratosférico, mas para quem vai comercializar a marca com um dispositivo com o sistema operacional Android e com o nome Steve Jobs, os danos podem não parecer tão graves quanto imaginado.

O lançamento para os novos dispositivos está previsto em 2018 sem nenhuma barreira ou entrave judicial. O processo teve a sua conclusão em 28 de fevereiro e dá todo o direito da comercialização de produtos que levem o nome do fundador da Apple.

A relação entre a marca Apple e o nome de Steve Jobs tiveram uma descrição detalhada nos documentos que foram enviados aos empresários, o foco da empresa criadora dos iPhones era ressaltar o logotipo da empresa.

Quando viu que tinha perdido a causa, a Apple não recorreu, depois disso os irmãos passaram expandir as certificações da marca pelo mundo, principalmente Rússia e China. Empresas concorrentes já entraram em contato com os irmãos para produzirem linhas específicas do smartphone.

 

Depois de furacão o observatório da Nasa volta a funcionar e fez imagens de um asteroide

Localizado em Porto Rico, o Observatório de Arecibo passou um tempo fechado depois que  o furacão Maria  passou pela ilha. Quando ele voltou a funcionar, ele captou imagens de um asteroide que passou perto do nosso planeta, com aproximadamente seis quilômetros de extensão.

Segundo a Nasa, o asteroide 3200 Phaethon pode ter causado a chuva de meteoros Geminídeos, sendo que o radar do observatório fez uma nova imagem do asteroide e a agência pôde identificar, que ele é esférico e que possui uma extensão de pelo menos seis quilômetros, apresentando um tamanho maior do que os pesquisadores acreditavam que ele tinha.

Os pesquisadores puderam observar e fazer imagens dele entre os dias 15 a 19 de dezembro, quando se constatou que o 3200 Phaethon foi o segundo maior corpo celeste que passou perto da Terra. Ainda de acordo com a Nasa, esse asteroide devido à proximidade e ao seu tamanho, ele era considerado teoricamente perigoso ao nosso planeta. O momento em que ele esteve mais próximo da Terra, aconteceu no dia 16 de dezembro, quando ele passou à distância de 10,3 milhões de quilômetros, o que equivale ir até a Lua 27 vezes.

De acordo com Flaviane Venditti, cientista brasileira que integra o grupo de pesquisadores do radar do observatório, antes de mandar qualquer viatura espacial para poder tentar mudar o destino de um cometa ou asteroide, é necessário estudar e identificar minuciosamente tudo o que está em volta dele. Outro fator importante é descobrir as particularidades do asteroide, para que todo o processo realizado para desviar o corpo celeste da sua trajetória, possa obter êxito na sua missão em caso de perigo de colisão com o planeta Terra.

Depois que o furacão Maria passou por Porto Rico, o radiotelescópio apresentou alguns danos em sua estrutura, mas ele não demorou a voltar a funcionar. Mas o radar precisou de três meses para voltar a funcionar, já que a energia elétrica dessa região da ilha, ainda não tinha sido completamente reestabelecida. O radar é um elemento imprescindível para descobrir a localização do asteroide, e o observatório durante esses meses, estava contando com o seu gerador de energia para continuar funcionando.

O observatório que fica em Porto Rico já detectou diversos asteroides, possibilitando o estudo do seu formato, rugosidade, superfície, tamanho, a sua rotação e ele consegue também detectar a sua órbita com exatidão.

 

Bitcoin precisa de alta energia para mineração

O bitcoin é uma moeda que está ganhando cada vez mais espaço nas notícias por que atingiu uma valorização recorde. Para que essa moeda continue se valorizando e gerando lucro para os investidores, pessoas de diferentes países se unem para fazer parte da mineração do bitcoin. Em troca, conseguem uma fração da moeda que progressivamente vai se tornando mais escassa.

Pessoas que possuem um perfil arriscado de investidor podem se interessar pela moeda. Os altos ganhos podem ser obtidos em questão de horas, no entanto, a instabilidade da moeda é frequente podendo acontecer em horas, por isso é necessário estar bem atento para as oscilações enquanto o dinheiro estiver investido.

Quem quiser ter um bitcoin sem necessariamente comprar a moeda, pode se tornar um minerador. Não é tão fácil obter a moeda pela mineração. De acordo com um recente levantamento divulgado pelo Digiconomist, é necessário atualmente uma energia que supera o consumo de 159 países do mundo. Os mineradores de bitcoins estariam ocupando a 61° posição, caso fosse um país que estivesse na lista de consumo de energia do mundo.

Por hora a mineração do bitcoin gasta um equivalente 28,05 Tw (Terawatet), correspondente a 29 bilhões de kWh (quilowatt-hora), o que seria 0,13% do consumo mundial de eletricidade.

Baseado em sequências específicas de números, o bitcoin é um arquivo que precisa ter a sua criptografia quebrada para gerar as desejadas moedas virtuais, a conhecida mineração.

Para a mineração é necessário computadores potentes que suportam o processamento da quebra da criptografia, isso contribui para o crescimento da moeda virtual.

Alguns hackers que querem levar vantagem na mineração infectaram computadores ao redor do mundo para burlar essa tarefa. De acordo com a Kaspersky, dados de setembro de 2017, mostram que 1,6 milhão de computadores foram atingidos para minerar as criptomoedas ocultamente, ou seja, o usuário vítima do malware não tem consciência de que seu computador está sendo usado para essa função, pois apenas o processamento se torna mais lento.

No ano passado, o número chegou a 1,8 milhão. Todos os anos existe um recorde de infectados, por isso é necessário cautela no momento de baixar arquivos e clicar em links suspeitos.

Rapper americano Eminem lança novo album

De acordo com notícia do site especializado na industria do entretenimento norte-americano, TMZ, o novo álbum do rapper Eminem já esta em processo de finalização e vai ser lançado ainda no mês de dezembro deste ano.

Este vai ser o primeiro álbum do artista em 4 anos. O novo projeto se intitula “Revival”, que conta com a colaboração de alguns dos maiores nomes da musica pop atual, (Beyonce, Ed Sheeran e Alicia Keys).

Mesmo tendo ficado durante vários anos sem entrar em um estúdio de gravação, Eminem começou sua carreira musical ainda nos anos noventa, sendo esse o seu 9º álbum. Eminem é um dos nomes mais rentáveis da história do hip hop, sendo até os dias de hoje um dos 5 artistas da musica urbana norte-americana a ficar mais tempo no topo das paradas da Billboard.

A partir do dia 15 de dezembro a maioria das faixas já estarão disponíveis em plataformas de streaming.

Além de Beyonce e Alicia Keys, outros nomes também participaram do novo projeto do rapper, as cantoras Pink, Kehlani e Skylar Grey. Pink afirmou que tem uma parceria com o compositor de longa data, e que havia participado de seu último álbum há alguns anos atrás.

A cantora Skylar também volta a trabalhar com o rapper devido ao grande sucesso de sua primeira parceria com ele. Skylar compôs a musica “Love the way you lie” gravada em parceria com a cantora Rihanna.

A primeira faixa do álbum, uma parceria com a cantora Beyonce foi lançada no mês passado, e apresenta um estilo bem diferente. O instrumental tem referencias da musica gospel e o “flow do rap” é bem mais lento que o normal. A faixa foi muito bem aceita pelo publico que aguarda ansiosamente pelo novo projeto!

 

Sócio de Ricardo Tosto escreve livro sobre os efeitos da contabilidade internacional

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Ricardo Tosto

Como modo de transmitir toda sua expertise obtida ao longo dos anos de atuação na área de direito, Carlos Henrique Crosara Delgado, um dos sócios de Ricardo Tosto no escritório de advocacia Leite, Tosto e Barros, escreveu um livro intitulado “Contabilidade IFRS e IRPJ – Efeitos da nova contabilidade internacional sobre a tributação da renda”. A obra publicada pela editora Lumen Juris foi lançada no final do mês de outubro de 2017 na Livraria da Vila, em São Paulo.

A complexidade em que se enquadra do assunto abordado como núcleo principal do livro, é um tópico que desperta bastante interesse tanto para os preceitos nacionais como internacionais. Os “efeitos da nova contabilidade internacional sobre a tributação da renda” é o cerne de muitas indagações jurídicas e impactos econômicos.

Na publicação de 316 páginas do sócio de Ricardo Tosto é exibida, entre os desafios resultantes do modelo contábil International Financial Reporting Standards (IFRS) a serem enfrentados pelos profissionais atuantes no direito tributário, a importância da reestruturação do conteúdo, o alcance e a abrangência do fato gerador do imposto que incide sobre a renda. Para o autor, os novos alicerces da contabilidade são capazes de contribuir com uma identificação mais precisa da renda a ser tributada, o que resulta em uma tributação mais adequada, justa e respaldada.

Após se graduar em Direito pela Pontifícia Universidade Católica – PUC/SP, Carlos Henrique Crosara Delgado optou por se especializar na área Tributária pela mesma instituição de ensino. Em seu histórico acadêmico também constam o mestrado em Direito Tributário feito na Universidade de São Paulo e a titularidade do Certificate in Business Administration (CBA) obtido no Ibmec/Insper.

Apesar de já ter atuado em diferentes campos jurídicos, inclusive exercendo o cargo de gerente substituto no setor jurídico de uma multinacional, o sócio do escritório de Ricardo Tosto, exerce sua profissão principalmente nos campos tributário e contencioso. Como parte integrante da equipe do Leite, Tosto e Barros, o advogado cooperou com o desenvolvimento de recursos administrativos e defesas que compreendiam importantes autuações de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) contra algumas empresas pertencentes a um importante grupo sucroalcooleiro.

Em seu quadro de funcionários, entre estrutura Back Office e advogados, o empreendimento advocatício Leite, Tosto e Barros possui mais de 300 colaboradores espalhados por suas sedes localizadas em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. No setor jurídico, o negócio conta com a participação de 37 membros e mais um consultor.

O escritório de Ricardo Tosto segue operando em esferas como Fusões e Aquisições, Civil, Tributário, Administrativo, Foreign Desks: China Desk, Eleitoral e Político, Comercial e Contratos, Família e Sucessões, Penal Empresarial, Arbitragem, Imobiliário, Concorrencial, Ambiental, Trabalhista e Previdenciário, Consumidor, Reestruturação de Dívidas e Créditos, Compliance, Infraestrutura e Regulatório, Societário e Bancário.

Ricardo Tosto, já foi classificado pela Latin Lawyer 250 como destaque entre os profissionais da área atuantes no Brasil. Nesta publicação que relaciona os melhores escritórios de direito localizados nos países da América Latina, Tosto foi listado como um dos principais advogados no departamento do Contencioso.

Prejudicados em 1980 e 1990 poupadores receberão até R$ 5 mil a vista

Na década de 1980 e 1990 muitos poupadores tiveram grandes prejuízos financeiros com a troca do plano econômico do país e agora poderão receber indenizações de até R$ 5 mil à vista. O acordo entre os bancos e entidades que representam o consumidor deve chegar ao fim até o final deste ano, segundo a intenção do Supremo Tribunal Federal. No primeiro semestre de 2018, os que possuem valores mais baixo a receber já obterão as devoluções.

O total de devoluções pode chegar aos R$ 12 bilhões em indenizações dos que possuíam um valor maior que R$ 5 mil em suas contas pagas em 4 e 6 parcelas semestralmente. Os valores receberam reajuste de acordo com o Índice de Preço ao Consumidor Amplo, o IPCA.

As informações divulgadas pela Advocacia Geral da União, responsável por coordenar as negociações, ocorreram no dia 12 de dezembro deste ano e o acordo só beneficiará para as pessoas que entraram na justiça anteriormente à decisão.

As informações anteriores eram de que os mais velhos e com valores menores receberiam de forma antecipada os pagamentos, além de ter sido negociado na época o pagamento de valores parcelados, podendo ser pagos semanalmente ou mensalmente dependendo da situação.

Essas negociações têm o objetivo de encerrar os milhões de ações judiciais contra o plano econômico que tiveram perdas relacionadas aos rendimentos das poupanças e das quantias acima de 50 mil cruzados novos que foram bloqueadas.

Os pagamentos serão feitos em lotes de acordo com o ano de nascimento dos poupadores, com exceção dos que executaram suas ações judicias no ano passado, esses serão contemplados no décimo primeiro lote.

Valores até R$ 5 mil serão pagos à vista sem desconto, os de R$ 5 a R$ 10 mil serão pagos uma à vista e duas semestrais com 8% de desconto, as de R$ 10 a R$ 20 mil serão pagas em uma quantia à vista e quatro semestrais com 14% de desconto. Os valores maiores que R$ 20 mil serão pagos com uma parcela à vista e quatro semestrais com um total de 19% de desconto.

 

Danos ao pulmão e cérebro dos bebês devido a poluição é alertada pela Unicef

As zonas com poluição seis vezes maior do que o limite considerado normal contam com uma população de 17 milhões de bebês em risco de contaminação dos pulmões e de desenvolvimento cerebral, informou o Fundo das Nações Unidas para a Infância, a Unicef.

O diretor-executivo da organização, Anthony Lake, alerta que essas substâncias contaminantes danificam não somente os pulmões em desenvolvimento dos bebês, mas podem prejudicar também seu desenvolvimento cerebral afetando eles futuramente.

“A poluição tem um impacto no aprendizado das crianças, de sua memória, sua capacidade linguística e motora”, explica o autor do documento, Nicholas Rees.

O relatório chamado Perigo Ar, divulgado no dia 6 de novembro em Daca, apontou que mais de três quartos dos menores de 1 ano, ou seja 12,2 milhões de bebês, respiram um ar impróprio sendo seis vezes acima dos níveis estabelecidos no Sul da Ásia. Países como a Índia e a China lideram a lista com o maior número de bebês com exposição a poluição, diz o relatório.

A Unicef informou também que essas crianças não vivem em condições favoráveis à saúde, muitas moram em favelas e estão expostas a riscos devido a falta de água potável e condições sanitárias que as deixam vulneráveis a algumas doenças.

Cerca de 4,3 milhões de bebês vivem em péssimas condições no extremo Oriente e no Pacífico. De acordo com o relatório, a poluição entra na corrente sanguínea, através de partículas ultrafinas, criando uma barreira entre o sangue e o cérebro que causa uma neuroinflamação, sendo esse caso especialmente perigoso aos bebês devido aos seus cérebros serem vulneráveis nessa idade.

Algumas áreas fundamentais para a comunicação entre neurônios podem ser afetadas por essa partículas, e outras devido a carga magnética, podem causar doenças neurodegenerativas.

A Unicef pediu um investimento maior em energias renováveis e a melhora do acesso ao transporte público.

O documento do Unicef afirma: “Mas um número crescente de pesquisas científicas destaca um novo risco potencial representado pela contaminação do ar para a vida e o futuro das crianças: o impacto no cérebro em desenvolvimento”.

A Unicef também recomenda que os pais transportem, as crianças em horários do dia em que a poluição está reduzida.

 

Como foi a participação de profissionais de dados no Analytics – por Rodrigo Terpins

Em outubro deste ano ocorreu um dos eventos mais expressivos a respeito da análise de dados relacionados ao consumidor do país, o Analytics. Na mesa, participaram alguns dos mais atuantes varejistas do Brasil que opinaram e debateram sobre o tema. Quem reporta a notícia é o empresário Rodrigo Terpins. Acompanhe!

O evento como tema “O analytics como vetor de transformação e inovação do varejo.” Ele parte da premissa que as novas tecnologias e inovações são capazes de transformar o varejo. Os consumidores de antes não são os mesmos de hoje, pois estão mais dinâmicos, pesquisam mais e isso requer das empresas que não apenas o conheçam, mas que também analisem seu comportamento.

A organização ficou por conta da revista NOVAREJO juntamente com a Unisys, companhia que oferece soluções tecnológicas. Participaram da mesa redonda, profissionais de crivo em diferentes áreas e sua fala é enfatizada por Rodrigo Terpins.

Entre eles Jacques Meir, diretor executivo de conhecimento do Grupo Padrão. Para o executivo é fundamental que o mercado possa discutir a análise de dados. “Durante décadas a gestão do varejo brasileiro foi feito por meio de dedo,” enfatizou Meier. Segundo ele até surgirem as ferramentas de mensuração e análise de dados vieram para substituir a intuição dos empreendedores, ajudando na tomada de decisões dos gestores.

Já André Almeida vice-presidente da Vertical Commercial da América Latina da Unisys alerta que apesar dos primeiros passos para a retomada da economia os investimentos em melhorias internas ainda não ganharam a força que tinham nos anos antes da crise. Para ele, mesmo em épocas de investimentos prioritários, a inovação deve receber atenção.

Rodrigo Terpins destaca a estratégia da Amazon, um dos maiores varejistas que se utiliza do analytics para suas operações. A ferramenta permite que a empresa use os dados coletados para oferecer produtos mais assertivos aos clientes, melhorando sua experiência de compra e aumentando sua satisfação.

Um dos principais cases do e-commerce nacional, o Magazine Luiza está há quase 20 anos online, reporta Rodrigo Terpins. De acordo com Beatriz Menezes, gerente de atendimento ao cliente da companhia “hoje, estamos em processo de levar essa digitalização para as mãos dos nossos funcionários”. A operação da empresa oferece aos colaboradores o acompanhamento do que os clientes buscaram no aplicativo, permitindo que disponibilizem ofertas assertivas.

Rodrigo Terpins também destacou a participação de Renato Silva, executivo de vendas do Magazine Luiza, que enfatizou a transparência na relação entre os clientes e o treinamento do pessoal. “Vendas são muito importantes, mas explicar a importância de análise de dados hoje em dia é primordial,” ressaltou Renato.

Apesar de ser interessante para o negócio, a implementação de ferramentas dessa natureza nem sempre é uma tarefa simples. O departamento de Ti da varejista de brinquedos Ri Happy levou meses para implementar o recurso. “O analytics começou a pegar na Ri Happy quando o nosso diretor de operação viu valor nos dados”, destacou Eloi Assis CIO da empresa. Ele ainda completou dizendo que a empresa possui uma central que coleta e analisa os dados para enviar inputs diariamente aos gerentes das lojas.

Pesquisadores descobrem que as abelhas podem ser ensinadas a usar alguns equipamentos

macacos, algumas aves e também  as lontras,  que são tão sagazes que possuem a sua própria bolsa natural e carregam nela, uma pedra para conseguir descolar as conchas de moluscos. Mas existem outras espécies que também podem assimilar alguns belos artifícios para facilitar o seu dia a dia.

Em um laboratório britânico, uma encantadora abelha aprendeu como empurrar uma bola de gude, levando ela até um buraco. Quando acabava essa atividade, um equipamento criado pelos pesquisadores disponibilizava um grão de açúcar para ela. Quando ela percebeu esse estímulo, ela ensinou as outras abelhas a empurrarem as suas bolinhas de gude para o buraco, para serem todas premiadas com açúcar no final da tarefa realizada.

Os pesquisadores fizeram testes para assegurar que essas ações das abelhas não eram somente imitações. Eles simularam dois casos, sendo que no primeiro eles colocaram várias bolas de gude em volta do buraco, e as mais próximas eles colaram no piso. No segundo caso, eles não colaram as mais próximas e as abelhas poderiam empurrar as bolas mais fáceis. As abelhas preferiram empurrar as bolas mais próximas, mas acabaram rolando as mais distantes quando não tinham mais opções.

Os cientistas também fizeram outro teste, em que as bolas que anteriormente eram amarelas, foram mudadas por outras pretas. Essa troca não fez diferença para as abelhas, entendendo que essas bolas também precisavam ser levadas aos buracos. O estudo ainda concluiu que as abelhas não imitaram a conduta da abelha pioneira, já que as outras melhoraram a eficiência da primeira, fazendo um trajeto menor para levar as bolas até o buraco.

A primeira abelha foi ensinada a levar as bolas de gude até o buraco pelos pesquisadores, através de uma abelha falsa, que eles prenderam em um palito. Nas outras etapas desses testes, não houveram sugestões externas e foram feitas somente análises das atitudes das outras abelhas, que já sabiam o que teriam que fazer. Esse estudo comprova que de acordo com a tensão do ambiente, as espécies teoricamente mais comuns conseguem desenvolver hábitos mais relevantes de maneira mais simples.