WhatsApp agora tem função para apagar mensagens enviadas

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Quem nunca escreveu uma mensagem, se arrependeu e depois quis cancelar o envio mas era tarde demais? Pensando nisso, o WhatsApp disponibilizará uma nova função, as mensagens que foram escritas terão até 7 minutos para serem apagadas depois que estiverem na tela do destinatário.

Os erros de digitação nas mensagens enviadas são as inconveniências mais comuns de quem já digitou uma mensagem. Muitas vezes os usuários escrevem no modo automático e quando veem já apertaram o botão enviar. A nova funcionalidade do botão está sendo chamada de “Deletar Para Todos”.

Alguns usuários selecionados já puderam utilizar esse botão. A funcionalidade é citada na seção de perguntas e respostas da aplicação. Não irá demorar muito para nas próximas semanas os usuários dos sistemas Android, iOS e Windows Phone terem a função em seus aplicativos.

Para que o novo botão funcione é preciso tomar cuidado, o usuário precisa ter certeza que quem está recebendo a mensagem também tenha esse recurso disponível. Em uma conversa em grupo todos os usuários também precisam ter a função.

A “Deletar para Todos” oferecerá um tempo limite para a mensagem ser apagada pelo usuário. Quem recebeu a mensagem saberá que ela foi apagada da conversa. Por enquanto são 7 minutos, ou seja, uma mensagem enviada há muito tempo não poderá ser apagada.

Em março aconteceram os testes iniciais, quem era usuário do iPhone tinha esse recurso disponível. Quem descobriu essa funcionalidade foi o usuário do Twitter WABetaInfo que rastreou alterações no código das versões beta do WhatsApp. Na época, a conta do twitter afirmou que fotos e vídeos poderiam ser excluídos também das mensagens.

Hoje existe a possibilidade do usuário excluir a mensagem, mas quem recebeu a publicação continua vendo a mensagem enviada.

O WhatsApp é um dos aplicativos mais usados para a troca de mensagens instantâneas pelo celular. Os fundadores do aplicativo, Jan Koum e Brian Acton, que antes trabalhavam no Yahoo, tentaram uma nova vaga no Facebook e Twitter, mas não conseguiram ser contratados. Depois de uma duradoura negociação, em 2014 o Facebook compra o WhatsApp por US$ 19,2 bilhões de dólares e Koum e Acton passam a fazer parte do conselho administrativo da rede social.

 

Booktubers estimulam mercado literário

No meio virtual a indicação de livros é uma prática que vem atraindo o olhar das editoras. Os canais de recomendações de livros fazem os “booktubers” ganharem um público que espera encontrar boas indicações de leitura.

Não é apenas de indicações que os canais literários são feitos, o leitor passa a entender melhor os livros a partir de outro ponto vista e assim conhecer mais da literatura tanto clássica como atual. O estudo para o vestibular é outra razão para a audiência desses canais, além disso métodos de escrita e leitura são abordados nos vídeos.

Canais como o Tiny Little Things que ultrapassam mais de 200 mil inscritos chamam a atenção de editores e livrarias para parcerias, afinal de contas o público desses canais são potenciais compradores de livros. Quem está no comando do Tiny Little Things é a professora Tatiana Feltrin.

Para os amantes dos grandes clássicos da literatura o canal Ler Antes de Morrer é uma boa escolha, nesse ano o canal da jornalista Isabella Lubrano conseguiu mais de 100 mil inscritos. Desde 2014, Isabella está trabalhando em seu canal que lhe proporciona um rendimento financeiro, com isso ela pôde deixar o emprego de produtora da TV Gazeta.

A forma como a literatura é abordada para o leitor tem um tom mais leve, o que a torna mais fácil, mas isso não deixa de lado o poder que o jornalismo tradicional possui. Os canais que comentam os livros do YouTube no caso, apenas estão contribuindo para aumentar o número da nova geração de leitores e isso potencializa o modo de aproveitar o marketing que surge com os booktubers, o que pode aumentar e melhorar o mercado literário.

O canal Literature-se da estudante Mell Ferraz a incentivou a cursar uma faculdade na área para trabalhar no ramo. Tanto os livros clássicos como os autores menos conhecidos são abordados em seu canal. A booktuber tem uma seção de vídeos especial do livro Ulisses, de James Joyce, em que fala detalhadamente da história em 16 vídeos de uma maneira leve e atrativa para conquistar o interesse do seu público.

 

Idec lembra aos pais para prestarem atenção ao reajuste da mensalidade escolar

Como é de costume, justamente nesse período do ano, entre setembro e outubro, que começam os processos de rematrícula na maioria das escolas particulares. E é justamente nesse momento em que os pais devem realmente prestar muita atenção para com os reajustes que forem praticados por essas instituições. Todavia, desde agora, é importante destacar que a não existência de um índice determinado para esse tipo de aumento, necessariamente, não implicará em terem essas escolas particulares uma liberdade irrestrita para fazê-lo da forma que bem queiram. Sim, é imprescindível que o valor do reajuste esteja seguindo uma proporção justa, ou seja, permaneça de acordo com as despesas daquela escola, aumentando na mesma medida em que aumentarem essas despesas, só podendo ainda, inclusive, ser realizado o aumento uma vez por ano.

Vale ainda lembrar o que diz o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), quanto ao aumento da mensalidade. Segundo o advogado do Idec, Igor Marchetti, faz-se imprescindível que a escola demonstre para os pais, por meio de uma planilha de custos, quais foram os gastos que então justificariam o aumento da mensalidade. Afinal, está previsto na própria lei que “o reajuste tem que ser vinculado a uma planilha de custos”, planilha essa que deverá ser previamente apresentada, mais precisamente, “45 dias antes do fim da matrícula”, para esses pais, como bem lembra o advogado. Só assim poderão os pais avaliar a questão, se o preço está ou não está de acordo com o orçamento dele.

E ainda, para detalhar mais, vale pontuar alguns dos itens podem ser considerados pelas escolas, para que essas, por sua vez, venham a aumentar a mensalidade. Pois bem, estão entre esses itens, é importante destacar, não só os aumentos nos custos com pessoal, mas também custos com materiais, encargos e aluguéis, sem contar algumas melhorias pedagógicas.

Trata-se de um direito dos pais, inclusive, contestar o aumento, segundo o próprio Idec, na possibilidade de o considerarem abusivo. Logo de primeira, é orientado a esses pais insatisfeitos que reúnam-se com o fim de poderem questionar, com maior pressão, essa instituição que está possivelmente propondo um aumento abusivo, adicionando despesas desnecessárias ou exageradas. Nesse sentido, acrescenta o advogado Marchetti, reforçando ainda mais e lembrando que os pais, sempre que tiverem alguma questão com relação aos reajustes, deverão “conversar com outros pais e mães para tentar resolver coletivamente”. Nesse sentido, ele exemplifica com um abaixo-assinado, para que assim se possa tentar, ao menos, conseguir algum tipo de “negociação antes do processo judicial”.

Com o objetivo de controlar o número de visitantes Jericoacoara passa a cobrar a Taxa de Turismo Sustentável

Entrou em vigor em setembro, a cobrança da Taxa de Turismo Sustentável na cidade de Jericoacoara, no Ceará. O valor é de R$ 5 a diária ou fração por pessoa, sendo parecido com o modelo que já é praticado  em Fernando de Noronha,  no estado de Pernambuco. Jericoacoara é uma região de preservação ambiental, assim como a ilha de Fernando de Noronha.

Ricardo Gusso Wagner, secretário de Turismo, Meio Ambiente e Desenvolvimento da cidade, declarou que a taxa começou a ser cobrada, com o objetivo de reduzir a quantidade de visitantes e para a preservação do meio ambiente da região. Existem muitos investimentos sendo realizados próximos a região de Jericoacoara, possibilitando o acesso fácil do local. Com o aumento do número de turistas, a preocupação com meio ambiente precisa ser maior. Ele ainda declarou que 40% do que irá ser arrecadado com a cobrança, será investido na preservação do meio ambiente de Jericoacoara, e o restante vai ser utilizado nas áreas da saúde, limpeza pública e segurança, e também na cidade de Jijoca.

Para o pagamento da taxa é possível acessar o site da Secretaria de Turismo e gerar um boleto, ou fazer o pagamento na chegada em Jericoacoara ou em Jijoca. Essa taxa de turismo sustentável é isenta para os moradores da vila, para pessoas com mais de sessenta anos, para deficientes físicos e para crianças com até doze anos.

As cidades possuem liberdade para fazer a cobrança de taxas, mas elas precisam ter sido instauradas de forma legal, façam parte do Plano Plurianual da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e tenham a aprovação da Câmara de Vereadores.

Outros locais que são verdadeiros paraísos no Brasil e que cobram essas taxas são:

Fernando de Noronha – Essa cobrança foi instituída por uma lei em 1989 e modificada por outra lei em 1995. O valor por noite é de R$ 68,74 por pessoa, e pode ser paga pela Internet ou na chegada do aeroporto. Ainda é necessário pagar a taxa do Parque Nacional Marinho, que é de R$ 198 para estrangeiros e de R$ 99 para brasileiros, sendo que essa taxa é única para até dez noites.

Balneário Camboriú – Localizado no litoral norte de Santa Catarina, a cobrança é feita para a entrada de ônibus e vans na cidade. Essa taxa tem por objetivo diminuir a circulação desses veículos pela cidade e seus valores são de R$ 134 para a pernoite, e de R$ 268 só a visita para os ônibus, e de R$ 67 a pernoite e R$ 134 a visita, para as vans.

Ilhabela – Essa ilha paulista faz a cobrança na saída dos veículos no terminal de balsas, sendo que para cada tipo de veículo o valor é diferente. Para carros o valor é de R$ 7,50, para motos R$ 3, para veículos utilitários R$ 12, para ônibus R$ 57 e para micro-ônibus e caminhão R$ 45.

 

A produção de mandioca no país vem trazendo rendimento extra ao produtor

Eleita como o alimento do século 21 pela Organização das Nações Unidas, a mandioca é uma raiz bem conhecida pelos brasileiros. Seu cultivo está presente em mais de 100 países, e é o principal alimento para 800 milhões de pessoas que enfrentam a fome e a seca. No Brasil, ela é cultivada em todos os estados, sendo o país, o 4º maior produtor no mundo.

Em 2016, a produção de mandioca totalizou 276 milhões de toneladas. Em 1991 o país era líder na produção, sendo ultrapassado pela Nigéria, que atualmente contabiliza 54 milhões de toneladas de mandioca produzida por ano. Atualmente a produção no Brasil é de 23 milhões de toneladas em 1,55 milhão de hectares.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, o IBGE, o estado do Pará é atualmente o maior produtor no país, com previsão de 5 milhões de toneladas para esse ano.

Em 2004, foi instalada a Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Mandioca e Derivados entrando oficialmente para a agenda do governo. São 31 órgãos e entidades com ligação ao setor, que possui um papel importante na identificação de oportunidades no desenvolvimento da produção da mandioca.

O presidente da Câmara Setorial, Osvaldo Zanqueta, explica que cada vez mais o Brasil se empenha na profissionalização do cultivo da mandioca, e o país vem investindo em pesquisas no campo, na indústria e em tecnologias com as máquinas as mais modernas do mundo.

A produção de mandioca no Brasil, tende a melhorar cada vez mais, com a colaboração de pesquisas de melhoramento genético, realizadas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa. Essas pesquisas irão colaborar na produção de mais variedades com um teor nutritivo em diferentes regiões do país.

Em 2016, o Programa de Melhoramento Genético da Mandioca da Embrapa em Cerrados no DF, criou a mandioca rica em carotenoides, uma pigmentação amarelada conhecida pelos antioxidantes e por combater doenças do envelhecimento.

Os brasileiros são o 4º maior produtor da mandioca, sendo o estado do Pará o primeiro, em seguida o Paraná, Bahia, Maranhão e São Paulo.

No Mundo o primeiro lugar é a Nigéria, seguido da Indonésia, Tailândia e Brasil.

 

Talento herdado: conheça a origem do interesse de Rodrigo Terpins pelo esporte

A predileção pela prática esportiva parece ter sido algo que Rodrigo Terpins herdou de seu pai, assim como o tino para os negócios, uma vez que os dois são empresários. Ao passo em que o filho é presença constante em competições de velocidade, Jack Terpins é lembrado pela desenvoltura quando jogava basquete. Outro membro da família, o empreendedor Michel Terpins também carrega o gosto pelos esportes, já que ajudou a organizar uma equipe de pilotos que correm no lendário Rally dos Sertões, torneio cujas regras cada vez mais rígidas motivam novos participantes a concorrerem.

Em se tratando do pai de Michel Terpins, sua atuação no meio esportivo ocorreu durante as décadas de 1960 e 1970, época em que jogava pelo time da Hebraica. No período em que era jogador do clube, Jack era uma espécie de líder da comunidade local, atuando como defensor dos interesses dos outros jogadores. Na atualidade, ele trabalha como investidor do ramo imobiliário, mas seus filhos ainda cultivam o grande interesse pelo mundo do esporte, sobretudo em relação às atividades que envolvem o universo automobilístico.

No ano de 1991, Jack Terpins foi eleito o presidente do clube Hebraica. Em outras ocasiões, contudo, ele participou de várias ações de voluntariado, o que fez com que ocupasse diversos postos dentro da instituição, tais como a vice-presidência da União Macabi Mundial e a presidência do Conselho Judaico da América Latina. Além disso, o pai de piloto e empresário Rodrigo Terpins já participou de várias outras interações que a organização realizou ao longo de toda a sua história, sendo visto como uma referência para a comunidade judaica.

Na 22ª edição do Rally dos Sertões, evento que ocorreu em 2016, Rodrigo Terpins competiu, assim como seu irmão e conseguiu concluir as provas em cerca de 2 horas. Os dois, entretanto, atuaram em duplas distintas. Realizada no mês de julho daquele ano, a competição teve seu início em Goiânia. O trajeto de aproximadamente 155km exigiu muito esforço por parte dos pilotos e foi considerado um dos mais dificultosos desde sua criação.

Mesmo com o elevado grau de dificuldade, a equipe Protótipos I, criada pelos irmãos empresários Michel e Rodrigo Terpins conseguiu terminar em sétima posição dentro do classificação geral do torneio. Embora o carro tenha apresentado desempenho satisfatório, os competidores preferiram não arriscar muitas manobras com o intuito de se preservar o mecanismo de suspensão do veículo. Dessa maneira, puderam se adaptar melhor às peculiaridades do caminho proposto pela organização do Rally dos Sertões.

Embora a equipe em que Rodrigo Terpins competia tenha sido uma criação dele juntamente com o irmão, os dois correram em carros distintos. Michel Terpins, nessa edição da competição não conseguiu concluir a prova, uma vez que seu automóvel capotou quando ele estava no km 62. O acidente, no entanto, não ocasionou ferimentos em nenhum dos integrantes do veículo, mas impediu com que continuassem o trajeto estipulado, já que todas as funções automobilísticas ficaram comprometidas. Por questões de segurança, os pilotos acharam mais conveniente encerrar a corrida naquele trecho.