Aumento de roubos e furtos deixam condomínios em alerta

 

Os condomínios estão em estado de alerta, pois o aumento de roubos e furtos em prédios residenciais têm mudado a relação entre moradores, visitantes e funcionários. Segundo os especialistas, cursos de reciclagem e regras claras para os moradores são as novas armas para garantir a segurança dos condomínios.

Um condomínio, como tanto outros na grande São Paulo, sofreu uma tentativa de assalto a menos de um ano. O triste episódio na vida dos moradores apressou o investimento em equipamentos de segurança. Agora, os moradores usam o sistema de biometria para entrar no condomínio. As câmeras serão ampliadas de 16 pontos de observação, para um total de 60. E além disso, os funcionários contratados para cuidar dos serviços gerais do condomínio serão melhores avaliados e supervisionados.

“Eles se aproveitam desse tempo livre dentro do condomínio sem nenhum acompanhamento. Por essa razão, nós conseguimos uma aprovação feita na assembleia, para que o prestador de serviço seja necessariamente acompanhado desde a entrada até a saída do condomínio”, disse a síndica do prédio, Juliana Medeiros.

O condomínio também está reeducando os moradores, porque o comportamento deles podem comprometer a segurança de todo o condomínio. Um exemplo disso é segurar a porta de entrado do condomínio para o vizinho entrar, por mais inofensivo que pareça esse gesto de educação pode trazer riscos.

“Não adianta contratar seguranças, colocar câmeras, investir em muitos equipamentos de segurança para o condomínio se os moradores têm a conduta de deixar uma outra pessoa entrar sem as vezes nem conhecer. Isso fragiliza toda a segurança do condomínio”, disse Juliana.

Os funcionários fizeram reciclagem, o zelador Fábio aprendeu no curso de segurança a identificar melhor quem chega a portaria. “É preciso ver exatamente aonde cada indivíduo pretende ir dentro do condomínio e ver também se o visitante é de fato conhecido ou parente do morador”, disse Fábio Roberto Ferreira.

De acordo com a Secretária de Segurança Pública, os roubos e furtos a condomínios só na capital paulista aumentaram cerca de 172% neste ano. Por isso, quanto mais dicas de segurança para os moradores, mais seguro estará o condomínio. A administradora de condomínio, Angélica Arbex, explica: “O condomínio tem regras claras e os moradores devem respeitá-las, pois as vezes um porteiro tem 82 câmeras para olhar em um monitor de 14 polegadas, ou seja, é um trabalho bastante cuidadoso”.

Angélica aconselha que os moradores façam tudo que puderem para manter o ambiente residencial seguro, pois a segurança de todo o condomínio está nas mãos dos moradores. Para isso é só seguir as regras básicas do condomínio, não deixar o portão aberto para um estranho entrar, ou autorizar a entrada de alguém que não conheça. E se o morador notar qualquer violação de segurança por parte de um vizinho, ele deverá comunicar o segurança, ou o zelador do condomínio.

A importância das noticias e dos meios de transmissão, para obtenção de conhecimento e desenvolvimento de uma sociedade

No mundo globalizado em que vivemos, as noticias exercem um papel de fundamental importância. Transmitidas pelos mais diversos meios de comunicação elas nos permite conhecer e entender, por exemplo, as culturas e costumes inerentes a uma ou varias sociedades do mudo. O que seria da humanidade caso não houvesse a comunicação? Como saberíamos, por exemplo, que o homem foi à lua em 20 de julho de 1969; que Elvis Presley se tornara o “rei do Pop; que Michel Jackson criara o moonwalker; que a seleção brasileira se tornara tricampeão mundial em 1970; que o muro que representava a divisão de um mesmo país – muro de Berlim, na Alemanha -, finalmente viera a baixo, em nove de novembro de 1989”. De que forma tomaríamos ciência das grandes evoluções da medicina, dos meios científicos, dos processos educativos… Por quais meios passaríamos a conhecer o celebre discurso: “Eu tenho um sonho”, do Grandioso Martin Luther King, senão por intermédio dos veículos de comunicação; sejam eles Jornais, revistas, rádios, Tevês, Internet, Etc. A noticias, embora nos dias atuais, sejam transmitidas, diferentemente das do passado, de forma quase instantânea, são atemporais. Haja vista que tanto os acontecimentos contemporâneos, quanto os de outrora, são transmitidos diariamente, atingindo tanto a geração passada – conhecedora das histórias antigas e que, através das noticias, informam-se sobre os acontecimentos da atualidade, quanto à nova geração – que necessita conhecer o passado para entender o presente e, assim, planejar o futuro. As noticias são de veras muito importantes, mas tão essencial quanto às notícias são os meios que as levam ao conhecimento da sociedade. E esses sistemas evoluem constantemente e de forma muitíssimo acelerada. Prova disso é, por exemplo, o computador: Construído em fevereiro de 1946, por cientistas Norte Americanos, o ENIAC, que com o advento da Internet, 1981, veio a se tornar o mais democrático e abrangente meio de transmitir informação e entretenimento. Em suma, embora o tempo transcorra e, inevitavelmente nos impulsione para o futuro, as noticias continuaram sendo importantes, tanto para as pessoas do passado, quanto para as do presente e também para as do o futuro.

Eduardo Sirotsky Melzer é um dos 17 líderes globais do Cambridge Institute

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Eduardo Sirotsky Melzer, o presidente do Grupo RBS, está na lista de selecionados do famoso Cambridge Institute for Family Enterprise, que escolheu 17 líderes globais que fazem parte dessa geração de negócios familiares. Nomeada como “17 Next Generation Family Enterprise Leaders to Watch in 2017”, a lista selecionou os nomes mais relevantes do segmento das empresas familiares em esfera internacional.

Esse grupo de líderes foi escolhido a dedo por uma comissão de profissionais que são especialistas na área dos negócios familiares, tendo como líder o especialista John Davis, que há vários anos leciona na Harvard Business School, uma das mais prestigiadas do planeta, além de ser visto como um dos grandes profissionais da atualidade em empresas familiares.

Segundo o critério de John Davis, esses líderes elegidos são empresários, que assim como Eduardo Sirotsky Melzer, exercem um papel de liderança com grande excelência. São também profissionais que lideram as empresas criadas por seus familiares com sabedoria e o intuito de causar um impacto positivo na sociedade, motivos esses que os tornam merecedores de fazerem parte desse seleto grupo.

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Todos os profissionais escolhidos pelo Cambridge Institute for Family Enterprise são empresários de até 50 anos, pois a entidade valoriza o fato deles fazerem parte de uma nova geração de líderes. Além de Eduardo Sirotsky Melzer, o único brasileiro que também entrou para esta seleção foi o vice-presidente executivo do Itaú Unibanco, Ricardo Villela Marino.

Já entre os demais nomes presentes na lista, merecem destaque John Elkann, que é o novo presidente da Fiat Chrysler, Chelsea Clinton, que é a herdeira do ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, e trabalha como vice-presidente da Clinton Foundation, Holly Branson, que é uma das diretoras da Virgin Management Ltd, e Alex Dumas, atual CEO da Hermes International SCA.

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O Cambridge Institute for Family Enterprise é uma instituição de porte internacional, cujo objetivo é promover pesquisas e soluções ligadas aos negócios familiares, que são aqueles em que a administração é passada de geração para geração. Entre as funções da entidade, está oferecer um espaço no qual os líderes compartilhem experiências, tenham acesso a novas formas de liderança e desenvolvam técnicas que ajudem as suas empresas a permanecerem atrativas pelas próximas gerações.

Eduardo Sirotsky Melzer cursou Administração pela PUC-RS, e também realizou uma pós-graduação na Universidade de Harvard. Desde 2012, ele exerce a função de presidente do Grupo RBS, empresa criada pelo seu avô, Maurício Sirotsky Sobrinho. Atualmente, ele é o responsável pela administração de um conglomerado que inclui 15 estações de rádio, 12 emissoras de TV aberta e jornais impressos, como o reconhecido jornal Zero Hora.

Desde o momento em que começou a liderar os negócios da família, Eduardo Sirotsky Melzer optou por investir na importância das mídias digitais, fator que o levou a criar uma nova empresa de investimentos nessa área, a e.Bricks Digital, que atua no mercado brasileiro e no norte-americano. Por essas e outras razões, o executivo tem recebido grande reconhecimento, tendo sido escolhido como o Empreendedor do Ano de 2015 na categoria Family Businnes dos prêmios Ernst e Young.

 

Um estudo afirma que um terço das espécies de animais do planeta desaparecerão

Resultado de imagem para espécies em extinçãoParece roteiro de filme de ficção científica, mas infelizmente é a realidade, Um terço de todas as formas de vida do planeta pode desaparecer

Cientistas alertam para o fato a décadas, mas agora a situação ficou mais crítica. Um estudo divulgado pela revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (NAS) no começo do mês de julho de 2017, aponta que estamos passando por uma aniquilação em massa das espécies, e que essa já pode ser considerada a 6º onda de extinção do planeta.

A vida aqui na Terra tem cerca de 4 bilhões de anos e já tivemos cinco episódios de extinção em massa de várias espécies. O mais famoso e último, aconteceu há 66 milhões de anos, quando a queda de um meteoro ou cometa fez desaparecer os dinossauros e 80% das espécies terrestres, assim se especula. Já nesta 6º onda, há uma grande diferença fundamental, a causa. Desta vez nós somos os responsáveis.

Nas últimas décadas a destruição de habita-te natural, a grande exploração de recursos naturais, os organismos invasivos, a poluição, o uso de toxinas e mais recentemente as mudanças climáticas, bem como a interações sobre esses fatores, levaram a um declínio catastrófico nos números e no tamanho das populações de espécies de vertebrados, tanto comuns quanto raros, afirmam os pesquisadores.

Desde o ano 1500, 322 espécies de animais foram extintas, mas agora o processo está em plena aceleração. Os pesquisadores descobriram que a população de quase um terço das 26600 espécies de mamíferos, aves, anfíbios e répteis estudados, estão encolhendo em números absolutos e alcance territorial.

Os autores mostraram que a queda populacional não acontece apenas entre os animais com risco de extinção, mas também entre espécies que nunca ganharam atenção ao serem analisadas. Hoje por exemplo, existe cerca de 400 mil elefantes no continente africano, no século passado eram mais de 1 milhão. Apesar deste número, após muita matança em busca do precioso marfim, os elefantes africanos têm a sua população sobre estado de alerta de extinção

A poluição liberada nos oceanos atinge números gravíssimos, sendo depositados 8 milhões de toneladas de plásticos nos oceanos todos os anos e grande parte desse plástico, acaba contaminando os seres vivos que vivem em mares e oceanos. A Organização das Nações Unidas (ONU), estima que até o ano de 2050 essa contaminação terá atingido seu pico máximo, matando muitas espécies de animais marinhos e contaminando praticamente todas as aves marinhas do planeta.

As matas e florestas do planeta já foram exploradas pelo ser humano, mesmo que algumas delas ainda permaneçam preservadas, no ritmo de destruição em que se encontra as atividades humanas, a chance de espécies que sobrevivem nestas florestas sobreviverem a ação do homem é de menos de 50% no próximo século, afirma o estudo.

Dormir demais eleva o risco de infarto e AVC

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Todo mundo sabe que dormir pouco não é nada bom para a saúde. No entanto, uma nova pesquisa realizada por pesquisadores da Unifesp – Universidade Federal de São Paulo, revelou que dormir muito pode trazer grandes riscos de desenvolver doenças cardiovasculares. A pesquisa foi feita em parceria com o Instituto do Sono, e foi apresentada na mais recente edição do World Congress on Brain, Behavior and Emotions, que foi realizado em Porto Alegre do dia 14 ao dia 17 do mês de junho.

Os pesquisadores apresentaram o estudo em um dos painéis que compunham o evento. Na apresentação os cientistas relataram diversos estudos, tanto do Brasil quanto do exterior sobre a associação entre muitas horas de sono e o maior risco de doenças cardiovasculares.

Dentre as pesquisas apresentadas, uma pesquisa feita pela Universidade de Nevada, localizada nos Estados Unidos, concluiu que quem dorme de duas a quatro horas por noite, aumenta o risco de sofrer um infarto ou um AVC – Acidente Vascular Cerebral em duas vezes. No caso de quem dorme mais do que dez horas por noite, o risco chega a ser sete vezes maior.

A palestrante do congresso e também pesquisadora da Unifesp, Lenise Jihe Kim, explicou que esse aumento pode ter relação com características peculiares do sono no caso dos que dormem demais. “Basicamente, os grandes dormidores teriam maiores despertares durante a noite, ou seja, um sono mais fragmentado. E a cada despertar a gente eleva a pressão arterial e a frequência cardíaca. Isso, cronicamente, leva à hipertensão, inflamação e alterações cardiometabólicas que favorecem um AVC ou um infarto”, disse Lenise.

A pesquisadora ainda revelou que até recentemente os estudos sobre riscos de doenças cardiovasculares relacionados ao sono, ficavam restritos apenas a privação do sono. Lenise disse: “O assunto dos grandes dormidores é muito recente. Temos registros de alguns estudos um pouco mais antigos, mas pesquisas epidemiológicas com evidências populacionais são de 2016 para 2017”.

Um estudo realizado por pesquisadores de Baltimore, que foi publicado em 2009, mostrou as primeiras incidências do risco aumentado com a maior quantidade de tempo dormindo. Neste estudo, o resultado revelou que quem dormia mais que 10 horas por noite, tinha o risco de morrer por uma doença cardiovascular aumentado em 38%, comparado a pessoas que dormiam cerca de oito horas por noite. Esse foi um dos primeiros índices que apontou um aumento maior do risco em horas extras de sono.

A especialista explica que os dados podem ocorrer pelo simples fato de que quem dorme mais de 10 horas por noite, não consegue ver nisso um problema. Lenise disse: “Ela não reconhece bem os sintomas, acha que, por ter a oportunidade de dormir mais, não tem problemas e não procura serviços médicos. Mas a verdade é que os que dormem mais horas costumam sofrer mais com problemas como ronco e apneia do sono”.

Crises epiléticas podem ser agravadas por causa do estresse

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Que o estresse causa um monte de problemas à saúde todo mundo já sabe, mas uma descoberta recente revelou que o estresse também está relacionado a ataques epiléticos. A descoberta foi feita por pesquisadores americanos da Universidade de Columbia. Segundo a descoberta, o nervosismo pode aumentar o número de convulsões em quem já tem a doença.

Esta é uma descoberta muito importante para prevenir e tratar as convulsões de quem é epilético. Os pesquisadores conseguiram concluir que o nervosismo do estresse aumenta o risco de uma convulsão em até três vezes, isso para um quadro de ansiedade extrema. No caso de transtornos de humor o risco chega a ser duas vezes maior.

As informações foram coletadas de 81 pacientes do estado de Nova York. Todos eles foram diagnosticados recentemente com epilepsia, dentre eles, alguns apresentaram apenas uma convulsão até a data do estudo. Após estudar as informações desses pacientes, os cientistas os acompanharam por um período de dois anos, investigando todas as causas que poderiam ocasionar em uma convulsão.

O estudo concluiu que quando os indivíduos eram submetidos a situações que envolviam um alto grau de nervosismo, situações em que o estresse era intenso, tinham mais convulsões. No caso de situações mais tranquilas, o risco era muito menor.

Os fatores estressantes detalhados pelos pesquisadores, foram: perda de emprego, problemas com dinheiro, doença ou morte na família, lesão física, dificuldades no relacionamento e legais. Os cenários descritos são os mais reais possíveis e que a maioria das pessoas acabam passando em algum momento da vida. Além disso, trata-se de situações bem mais complexas que um único dia caótico.

Os pesquisadores asseguram que essa ligação ainda é relativamente pequena, no entanto, é um caminho importante para encontrar um tratamento mais abrangente para a epilepsia. No artigo publicado pelos pesquisadores, eles afirmam: “As intervenções de redução de estresse, como a técnica mindfulness e a terapia comportamental cognitiva, podem ser consideradas tratamentos adjuntos seguros e baratos”.

Segundo os pesquisadores, quem sofre com a doença pode procurar auxílio em alguns tratamentos complementares para manter a mente e o corpo mais tranquilos.

A disfunção crônica no cérebro chamada de epilepsia, tem como principal característica, convulsões recorrentes. Segundo os neurologistas de todo o mundo, a epilepsia ainda é um grande mistério para a medicina moderna, no entanto, o que se sabe é que ela está relacionada a descargas elétricas que acontecem de forma anormal no cérebro.

Dentre os pacientes, as convulsões costumam acontecer mais em adultos enquanto estão dormindo, o que pode ocasionar em uma série de outros problemas. A epilepsia ainda pode se agravar em determinadas condições, como a privação de sono, o sedentarismo, a má alimentação, a ingestão de bebidas alcoólicas e de outras drogas.

 

Veja também: A FDA proibiu medicamento relacionado a surto de overdose nos Estados Unidos

Massivas atividades vulcânicas, por cerca de um milhão de anos, originou a era dos dinossauros

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De acordo com um estudo publicado no boletim científico “PNAS”, um período de aproximadamente um milhão de anos de intensa atividade vulcânica teria sido responsável pelo começo da era dos dinossauros. Especialistas localizaram rochas com elementos oriundos de grandes erupções vulcânicas que ocorreram por volta de 200 milhões de anos atrás.

Segundo os cientistas, este ciclo de erupções foi o principal agente motivador de uma das maiores extinções já ocorridas na história do planeta – a do período Triássico – e que abriu caminho para que os dinossauros virassem os grandes dominadores da Terra. Conforme revela o relatório, os primeiros anfíbios e alguns seres que se assemelhavam a mamíferos e crocodilos foram alguns dos principais espécimes dizimados no período.

Para Lawrence Percival, líder do estudo e professor da Universidade de Oxford: “Os dinossauros puderam explorar os nichos ecológicos que ficaram livres pela extinção”. A pesquisa ainda revela que qualquer criatura que vivesse próximo aos locais de erupções teria sido gravemente afetada. Até mesmo seres que residiam em locais mais distantes do foco de atividade vulcânica também seriam atingidos, pois as constantes erupções provavelmente devastaram uma grande área – seja bloqueando a luz do sol ou elevando as taxas de dióxido de carbono no ar.

Mesmo diante um cenário tão adverso, as primeiras espécies de dinossauros conseguiram manter-se vivos – contudo, os estudos não revelam como isso foi possível. Assim que o período de turbulência foi acalmado, os poucos competidores restantes não foram páreo para evitar a ascensão dos grandes répteis.

Mercúrio como base do estudo

A equipe de cientistas analisou rochas de origem vulcânica, dessa época, em quatro continentes. Um levantamento anterior havia avaliado os índices de variação de carbono presente nas rochas, e relatava que estas taxas estavam diretamente relacionadas ao aumento da quantidade de dióxido de carbono proveniente das erupções. Entretanto, o novo estudo focou em outro tipo de impressão de atividade vulcânica: os provenientes do mercúrio.

Ao entrar em erupção, os vulcões lançam nuvens de gás que ascendem ao céu e carregam grandes quantidades de mercúrio. O metal, em seguida, é espalhado pela atmosfera e depois precipita, sendo depositado no solo onde ficar estagnado por milhões de anos.

Conforme explica Percival: “Se você vê um grande aumento de mercúrio nestes sedimentos, você pode inferir que houve atividade vulcânica nesse exato momento (…)E isto é o que vemos no momento desta extinção”, conclui.

Os especialistas constataram que o período de atividade teria se estendido por cerca de um milhão de anos. Para a também professora da Universidade de Oxford, Tamsin Mather: “Você provavelmente tem diferentes áreas ativas em diferentes períodos durante milhões de anos. E você provavelmente tem períodos de erupções ocorrendo por volta de uma década com grandes volumes de magma e gases surgindo da superfície também”. Dessa forma, os cientistas querem utilizar o mercúrio para diagnosticar outros ciclos de atividade vulcânica.

Descubra mais sobre o sucesso da banda Viper e do baterista Cassio Audi

A banda Viper surgiu pela paixão por música compartilhada pelos irmãos Pit Passarell e Yves Passarell, e o amigo de infância da dupla, Felipe Machado, que juntos já ensaiavam acordes de baixo e guitarra. Depois de algum tempo, esse hobby acabou evoluindo para algo mais e assim os três amigos decidiram que queriam ser músicos e tocar em uma banda profissional. Antes de chegar ao nome Viper, o grupo ainda chegou a se chamar Pruckles e Rock Migration, mas estes acabaram sendo substituídos pelo nome definitivo da banda.

Logo ao criarem a banda, os três músicos conseguiram agendar apresentações em lugares de pequeno porte, e assim começaram a juntar dinheiro para adquirir instrumentos musicais melhores e investir na estrutura do Viper. Nessa época, um dos grandes desafios do grupo era encontrar um baterista que se encaixasse perfeitamente ao estilo da banda. Depois de muito procurar, eles acabaram encontrando Cassio Audi, que conferiu a personalidade e o talento necessários para a bateria.

Nos anos 80, o Viper se apresentou para o maior público de sua história em um importante festival de talentos. Nos meses seguintes, o vocalista em ascensão, Andre Matos, foi convidado a se juntar a Cassio Audi, Felipe Machado, Yves Passarell e Pit Passarell, assumindo os vocais do Viper a partir de então.

Logo em seguida, a banda foi convidada a assinar contrato com a gravadora de pequeno porte Rock Brigade, e assim iniciou o processo de desenvolvimento do seu primeiro álbum, o qual viria a ser lançado em 1987, chamado “Soldiers of Sunrise”. Entre os maiores hits do CD, é possível citar as músicas “Wings of the Evil”, “Sign of the Times” e “E.R.”, que foram consideradas produções acima da média para o heavy metal brasileiro da época, o que inclusive gerou comparações entre o Viper e o Iron Maiden, uma das maiores bandas de todos os tempos do gênero.

A canção “Sign of the Times” foi um dos grandes exemplos de como o Viper era competente em criar músicas que ficavam na cabeça, principalmente pelo instrumental envolvente de Cassio Audi e Felipe Machado. O sucesso do CD de estreia foi tanto que a banda superou as expectativas da gravadora e começou a obter destaque até mesmo no cenário internacional. Em pouco tempo, o Viper conseguiu fechar contrato com a El Dourado, uma gravadora maior e mais completa.

Com o passar dos anos, o sucesso internacional foi se expandindo e o Viper teve a chance de realizar turnês no exterior. Destaque especialmente na Europa Oriental e no Japão, a banda chegou a superar recordes importantes neste último, vendendo mais CDs do que algumas grandes bandas da época como Van Halen e Nirvana. No Brasil, a situação não era diferente, e Andre Matos, Cassio Audi, Felipe Machado, Yves Passarell e Pit Passarell conquistaram milhares de fãs e entraram para a história do heavy metal nacional.

Com músicas boas e envolventes, a banda Viper conseguiu se diferenciar das demais devido ao cuidado na produção de suas canções, especialmente na sonoridade da bateria de Cassio Audi, que em conjunto com os vocais de Andre Matos, conquistaram o público e elevaram o heavy metal do Brasil a um novo patamar.

 

Remédios para emagrecer são liberados por nova lei mediante receita específica

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Projeto aprovado pelo Congresso, liberando a venda de medicamentos para emagrecer mediante receita foi sancionado pelo presidente em exercício, Rodrigo Maia do DEM carioca, nesta sexta-feira, dia 23. A lei libera a manipulação, prescrição e venda das seguintes substâncias utilizadas como inibidoras do apetite:

  • Sibutramina
  • Femproporex
  • Anfepramona
  • Mazindol

Ainda na sexta-feira, dia 23 o CFM (Conselho Federal de Medicina) posicionou-se com total apoio à sanção da lei.

Conforme o presidente da entidade, Carlos Vital Tavares Corrêa Lima, o texto do projeto está atendendo à expectativa do Conselho, quando permite no país o acesso por parte da população a medicamentos de relevante importância na continuidade do tratamento de casos de obesidade, desde que, logicamente com a prescrição dos médicos.

Segundo o CFM, a lei hoje sancionada está respeitando a autonomia dos médicos e também dos pacientes quando da escolha dos procedimentos terapêuticos a serem utilizados.

O órgão também afirmou que a continuação da proibição das 4 substâncias estaria representando grande “interferência” na opção de escolha, o que poderia trazer fortes consequências.

Defendendo outra linha está a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância) que se posicionou contra a lei, afirmando ainda que seria inconstitucional e com poder de influenciar negativamente no aumento de risco para a saúde da população.

Segundo indicado pela Anvisa a regulação sobre o registro sanitário caberia à própria agência e isto após rigorosas análises técnicas sobre segurança, qualidade e eficácia, da mesma forma a qual ocorre em países desenvolvidos, garantindo a qualidade da saúde dos brasileiros.

No ano de 2011 a Anvisa fez a retirada do mercado, bem como a proibição da comercialização da Anfepramona, do Mazindol e do Femproporex. Segundo a agência os laboratórios detentores do registro de tais medicamentos no país não teriam apresentado estudos satisfatórios com relação à eficácia exigida pela Anvisa e seus parâmetros adotados, cobrados tanto no Brasil como em vários outros países.

Considerando uma revisão da literatura científica a agência informa que os riscos correlacionados ao uso de tais inibidores de apetite da família dos Anfetamínicos são maiores do que seus benefícios apresentados.

No mesmo ano a Sibutramina foi reavaliada junto às demais substâncias, porém no caso dela o órgão verificou que seus benefícios seriam maiores do que os possíveis riscos apresentados à saúde.

Um decreto legislativo já havia sido aprovado, suspendendo a proibição da Anvisa com relação aos medicamentos em 2014, mas a forma da venda não foi normatizada, o que deixou o procedimento como antes.

Uma emenda da lei agora aprovada no Congresso e já sancionada prevê a prescrição médica com receita do tipo B2 para a aquisição dos medicamentos.

Para ter acesso na íntegra à nota do Conselho Federal de Medicina é só acessar aqui.

 

 

Especialistas dão dicas de como economizar na compra mensal

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Em tempos de crise a ida ao supermercado fica mais sofrida, cada mês o dinheiro parece que fica mais curto, os alimentos são os principais responsáveis por essa alta dos preços. Comprar em atacados e feiras livres pode ser uma opção para economizar.

Entenda porque a Venezuela, um país rico em petróleo não tem comida nas gôndolas dos mercados.

As compras de supermercado abocanham cerca de 1 terço dos gastos fixos das famílias brasileiras. O preço dos alimentos subiu nos últimos dois meses. Em março 0,34% e em abril 0,58%. Isso gera um impacto a médio e longo prazo, principalmente em famílias de baixa renda.

Supondo que nós tivéssemos feito uma compra no mês passado, hoje pra gastar o mesmo valor teríamos que tirar pelo menos um item desse carrinho. Para não precisar mudar a alimentação dentro de casa, algumas dicas podem economizar. A boa e velha lista de compra pode estar na versão papel ou em um smartphone. Ela é uma aliada para manter o foco e evitar as compras por impulso.

“Os atacadistas são uma ótima opção, porque ai você pode concentrar os produtos não perecíveis em compras maiores que poderão ser mantidas por um mês inteiro. Um exemplo, são os produtos de limpeza”, diz o educador financeiro Vítor Hernandes.

Exemplos como o da aposentada Adelita Carvalho, que não tem preguiça de procurar o melhor preço, também podem ser seguidos como uma estratégia de economia. “Toda a semana eu passo em vários supermercados e garanto que vale a pena pesquisar bastante antes de comprar qualquer produto. As vezes um produto que custa um determinado valor em um mercado, acaba custando menos em outro. No final, a compra fica distribuída por vários mercados”, diz a aposentada.

Escolher alimentos da estação como as frutas também é uma boa opção para economizar. Outra estratégia dos consumidores é testar as marcas mais baratas. “Quando tem uma marca mais barata eu compro um, provo e se aprovar, volto e compro mais. Já substituí o amaciante de roupas, marca de arroz, por conta do preço”, diz a aposentada Adelita.

“Hoje nós temos sites, aplicativos que nós podemos usar para pesquisar. Inclusive por regiões, por tipo de mercados, por produtos. Então essa tecnologia veio realmente para nos ajudar a termos opções muito melhores”, diz Hernandes.

A alternativa é driblar a crise com todas as armas e com sabedoria popular. Aproveitar o máximo de promoções possíveis nos supermercados próximos de sua casa e comprar com base no consumo mensal. Caso você deseje fazer um estoque desses produtos para os próximos meses, verifique antes a data de validade e certifique-se de comprar todos os outros itens da compra.

Um bom planejamento de compra pode reduzir os gastos com a compra do mês em até 30%. Alguns especialistas afirma que o impacto dessa economia durante um ano, pode desafogar muitas contas que faz parte do começo do ano, como IPVA, IPTU e na compra do material escolar das crianças.