Com Direção de Criação de José Henrique Borghi, campanha lançada no dia da mulher causa impacto

Com Direção de Criação de José Henrique Borghi, campanha lançada no dia da mulher causa impacto

 

O dia 8 de março é especial. É o dia internacional da mulher. E o dia em que diversas pessoas, em suas próprias redes sociais, bem como veículos de comunicação, e instituições, tentam promover, de maneira mais explicita, a conscientização a respeito da violência – em todas as suas formas, seja física, psicológica ou sexual – contra a parte feminina da população.

Foi, justamente, isso que fez a agência de publicidade Mullen Lowe Brasil – antiga Borghi Lowe, fundada pelo publicitário José Henrique Borghi – quando criou a campanha para a revista Claudia, da Editora Abril, lançada especialmente no dia 8 de março. O objetivo era mesmo causar impacto.

A peça publicitária – com Criação de Jefferson Delospital, Lucas Menegotto e Demer Rios, e Direção Geral de Criação de José Henrique Borghi – trata-se de um vídeo, simples e curto, de 15 segundos. Não precisou mais para passar a mensagem desejada. “Em 15 segundos uma mulher será agredida no Brasil”, diz no vídeo que corre em contagem regressiva, em um fundo preto. A campanha associa os 15 segundos do Skip Ad no YouTube aos 15 segundos que leva para uma mulher ser agredida no Brasil.

A intenção da criação da Mullen Lowe Brasil foi usar a contagem regressiva tanto para causar certo desconforto e chamar a atenção para o assunto, quanto para incentivar a denúncia antes que outras mulheres sejam agredidas. Com o cronometro encaminhando-se para o zero, a peça publicitária ainda acrescenta a mensagem – “Seu vídeo pode esperar. Ela não. Ajude. Denuncie. Disque 180”. A Animação e Edição é de Denis Sitta.

Você pode conferir o vídeo acessando o link www.youtube.com/watch?time_continue=1&v=bqWvY1OorX4

 

Ficha Técnica do produto

Agência: Mullen Lowe Brasil

Cliente: Revista CLAUDIA

Direção de Criação: José Borghi

Direção Geral de Criação: José Borghi

Criação: Jefferson Delospital, Lucas Menegotto e Demer Rios

Animação/Edição: Denis Sitta

Atendimento: André Gomes, Marina Camargo e Martina Adati

RTVC: Patrícia Oliveira

Operações: Patrícia Venturini

Mídia: Rosana Ribeiro, Kassia Trompieri e Camila Antunes

Planejamento: Ana Luiza Santos e Isabel Nabuco

Aprovação do cliente: Andrea Abelleira e Cinthia Obrecht

 

A MullenLowe Brasil

A MullenLowe Brasil, antiga Borghi Lowe, atualmente, tem como co-CEO um dos mais respeitados publicitários brasileiros – o empresário José Henrique Borghi. Ele atua no cargo de inovação e criatividade da companhia e divide a função de Diretor Executivo com o publicitário André Gomes – este, por sua vez, opera na parte gerencial da empresa de propaganda.

José Henrique Borghi já esteve entre os publicitários mais criativos do Brasil, quando ocupou a 9ª posição da lista publicada em abril de 2015, pela revista GQ Brasil – originalmente Gentlemen’s Quarterly – dos 20 publicitários mais influentes do país.

E falando em Borghi Lowe, saiba que ela nasceu em 2002, no quintal da casa do, na época, sócio de José Henrique Borghi no negócio, Erh Ray. Em 2009, quando juntou-se ao grupo Lowe, a empresa Passou a se chamar Borghi Lowe e, devido a outras fusões, mudou novamente para a atual Mullen Lowe.

Para conquistar os consumidores, as marcas terão que estar mais próximas dos clientes e das agências, segundo especialista em marketing

As marcas estão se posicionando cada vez mais perto do consumidor através das redes sociais e se colocando de forma ciente nas grandes polêmicas decorrentes do cotidiano. “Quem quiser ser unanimidade não vai comunicar”, segundo Marcio Oliveira, líder da Lew’Lara\TBWA.

Marcio é especialista no assunto e acredita que é muito abrangente querer estar no gosto de todos e as marcas devem se concentrar em querer buscar opiniões que vão de encontro as delas. “Eu acredito em determinadas coisas. E você vai ser minha amiga se tiver interesses em comum comigo. Ao expressar essa opinião do eu acredito, qual meu propósito de vida, eu posso incomodar quem não acredita nisso. E a pessoa vai dizer que não gosta e tudo bem. O que não pode é atravessar a fronteira e ser reconhecido como alguém que está ofendendo o outro.

A tecnologia tem transformado todas as indústrias e não poderia ser diferente na comunicação, podemos observar isso no setor aéreo, podemos comprar passagens aéreas através de sites da companhia aérea e quase ninguém usa intermediação de agentes de viagens, e hoje fazendo um paralelo, tem muitas empresas comprando mídia diretamente de muitos veículos digitais sem passar pelas agências. Essa tendência tende em se acelerar com a disseminação das ferramentas de mídia programada, com a praticidade que a informática oferece hoje.

O papel das agências nesse mundo e de todas os serviços que são oferecidos que passam por um intermediário, tendem a mudar, por exemplo, um corretor de seguros perde espaço para sites especializados e serviços de busca de imóveis oferecidos pelas próprias corretoras. Outro exemplo claro é o Uber, que em pouco tempo desbancou muitos taxistas. As agências de publicidade nada mais são do que intermediárias, e devem se adaptar com a complexidade do mercado.

O que se vê hoje em dia, é que as marcas assumem características de pessoas, procurado ser “amiga” das pessoas. Pra você ser amigo de alguém você deve ter pontos fortes que atraem sua confiança e simpatia. Os assuntos hoje em dias estão se disseminando a cada segundo, na velocidade da cultura e as marcas devem acompanhar esse ritmo e procurar saber mais a opinião do público.

O grande propósito das agências é posicionar bem as marcas e para as marcas estarem em pleno contato com o cliente, é necessário uma forte parceria com a agência e isso é insubstituível. Estar abertamente em pleno contato com o público e fazer jus das estáticas é sem dúvidas os caminhos que devem ser seguidos. Estar relacionado as grandes tendência de mudanças que são geradas pelo público e que acabam gerando rapidez na difusão de notícias e opiniões, é extremamente fundamental em vista de uma posição mais fidedigna para manter esta “amizade” plena e saudável para todos os envolvidos.

 

Lei que proíbe que passageiros árabes levem aparelhos eletrônicos na bagagem de mão é comentada por especialistas

Uma das mais recentes medidas para o combate ao terrorismo do Reino Unido e dos Estados Unidos da América é a proibição de aparelhos eletrônicos como laptops ou tablets nas bagagens de mão em voos que se desloquem de alguns países do Oriente Médio ou de África. A proibição surge a partir de uma recomendação das agências de inteligência americanas que prevêem a possibilidade dos terroristas conseguirem incorporar algum tipo de bomba em dispositivos eletrônicos maiores que um smartphone. As mesmas agências acalmaram a população referindo que esta medida não foi adotada devido a alguma possibilidade de ameaça real.

No entanto, vários especialistas já comentaram esta proibição e referem a sua dúvida relativamente ao sucesso da mesma uma vez que esses mesmos aparelhos podem explodir na mesma caso sigam a bordo do avião numa bagagem, como explica o especialista Nicolas Weaver, “se você assume que um terrorista está interessado em transformar um computador em uma bomba, ela pode funcionar da mesma forma na bagagem despachada. E se você está preocupado com esse tipo de terrorismo, um celular também é um computador”

Os Estados Unidos da América pretendem aplicar esta lei a países islâmicos como o Egito, Arábia Saudita, Emirados Árabens Unidos, Kuwait, Catar, Jordânia, Turquia e Marrocos. Já o Reino Unido aplica a lei a um menor número de países como a Turquia, Tunísia, Líbano, Arábia Saudita, Jordânia e Egito. Relativamente à limitação de países, Paul Scwartz refere que esta lei pode não ser tão eficaz como os norte-americanos pensam uma vez que, “Um potencial problema com essa determinação em que você escolhe alguns países é que você ignora a extensão da ameaça do terrorismo, pois ele não está limitado a um país. Os terroristas têm celulares ao redor do mundo”.

Por sua vez, David Gomez, um ex agente do FBI e que é especialista em questões relativas ao contraterrorismo, veio criticar abertamente esta medida pois os presumíveis autores deste tipos de atentados podem contornar esta lei de várias formas para atingir o fim que pretendem. Pelo que David Gomez explica, a pessoa que pretenda realizar um ato terrorista e que seja desses países pode viajar para outro país europeu onde possa existir uma célula terrorista, adquirir o aparelho dispositivo e voar desse país europeu para os Estados Unidos da América ou Reino Unido sem essa advertência.