2016 novo recorde de temperatura global

2016 foi o terceiro ano consecutivo a quebrar o recorde global de temperatura como o ano mais quente já registrado, algo que já era esperado. Cientistas da NASA e NOAA afirmaram que 2016 foi o ano mais quente já registrado, a temperatura da Terra ficou 0,94°C acima da média do século 20, determinada como marco zero para avaliação.

Para fazer a conta da temperatura média é evado em consideração temperatura de todo o globo terrestre. O segundo colocado como ano mais quente, 2015, teve uma temperatura de 0,9°C acima da média.

Entre os dez anos mais quentes já registrado, apenas 1998 não é do século 21, foi um ano com El Niño muito forte. O fenômeno é caracterizado pela elevação da temperatura no oceano Pacífico, alterando o clima de todo o mundo, deixando algumas regiões mais quentes e chuvosas.

O El Niño afetou muito a temperatura em 2016, sendo um dos responsáveis pela elevação da temperatura. Porém, os cientistas afirmam que a principal causa é a contínua emissão de dióxido de carbono e outros gases responsáveis pelo aquecimento global.

Também em 2016 foi o ano em que entrou em vigor o Acordo de Paris, acordo contra as mudanças climáticas cujo objetivo é manter o aumento da temperatura média mundial muito abaixo de 2°C, e ainda reúne esforços para limitar o aumento a 1,5°C.

Recordes de temperatura também foi registrado na Rússia, algumas partes chegaram a ficar 6°C acima da média histórica. No Alasca também houve um registro de 3°C positivo. Na região do Canadá foi registrada uma queimada de 590 hectares, considerada a maior. Já no Brasil, as regiões Norte e Nordeste tiveram a temperatura média mais alta. O resto do país também ficou acima da média.

O acontecimento não foi surpresa para os cientistas, pois já havia sido previsto que ocorreria o aquecimento gradual na Terra por conta da contínua emissão de gases. Pesquisadores afirmam que eventos como enchentes, furacões e queimadas é uma amostra do que virá. Como exemplo, as enchestes que atingiram São Paulo e a seca recorde do Nordeste. O aquecimento global trará impactos sociais, como um aumento de disputas, conflitos por recursos e recuo territorial por conta do avanço do mar.

Empresários ganham maior confiança, segundo CNI, como mostra Marcio Alaor do BMG

Apesar da crise econômica em que se encontra o nosso país, pode-se dizer que há uma semente de esperança brotando entre os empresários. Ao menos, parece ser essa a situação, segundo reporta o executivo do Grupo BMG, Marcio Alaor, sobre a “Sondagem Industrial”, divulgada na última sexta-feira, dia 20 de janeiro, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Nesta sondagem, que se trata de nada mais que uma compilação de indicadores, todos estes apresentaram alta. É que, ainda segundo a entidade patronal, verificou-se uma variação positiva nos índices de expectativa de janeiro deste ano, quando comparados com o do mês anterior, dezembro de 2016.

Marcio Alaor do BMG, ainda lembra, mais detalhadamente, quais foram os índices e suas respectivas variações quantificadas. De início, já cita o indicador de demanda, aquele cujo avanço foi de 2,8 pontos desde o último mês, quando estava em 49,1 pontos, assim atingindo os 51,9 pontos ainda no mês de janeiro. Também subiu, e na mesma quantidade de pontos, o indicador de expectativa de compra de matérias-primas, que se encontrava em 43,6 pontos, atingindo então exatos 50 pontos no mês em que foi divulgada a sondagem.

Mas a especificação não termina por aí, dado que a expectativa de quantidade exportada, antes em queda, logo negativa, voltou a subir, ficando em 2,7 pontos positivos. Assim, o mesmo indicador, quem em dezembro de 2016 estava em 49,9 pontos, passou então para os 52,6 pontos no mês de janeiro deste ano. Todavia, o executivo do BMG, Marcio Alaor, ainda recorda que, apesar da variação positiva, em janeiro de 2016, o indicador apontava 52,5 pontos. Desse modo, percebem até os leigos que a situação não é muito diferente daquela encontrada no início do ano anterior, nesse quesito em questão.

Mais além, também não deixou de reportar o executivo do Grupo BMG, Marcio Alaor, sobre a questão do número de empregados, que ainda permaneceu negativa, infelizmente, mesmo que com um leve avanço de 0,9 ponto, saindo da situação em que se encontrava no mês de dezembro de 2016, com 45,5 pontos, e assim atingindo os 46,4 pontos em janeiro. Resultado esse que, lembrando-se do mesmo índice em janeiro de 2016, mostra que não foi assim tão ruim, posto que no referido mês do ano anterior, estava o indicador em 41,3 pontos.

E, por fim, Marcio Alaor do BMG reporta ainda que aquele indicador em que, quanto maior for o seu número, maior será a intenção por investimentos, conhecido também como “indicador de investimentos”, teve também um aumento no mês de janeiro de 2017, passando dos 44,6 pontos do mês anterior, dezembro de 2016, para 45,3 pontos. Mas, dessa vez, quando comparada a pontuação do indicador no mês de janeiro de 2017 com a do mês de janeiro do ano passado, percebe-se logo de cara que a situação melhorou, pois foi há um ano atrás, de exatos 41,6 pontos. Sendo assim, ainda há alguma esperança para o empresário brasileiro, pelo que dizem os números colhidos. A situação tenderá a melhorar, com o tempo.