Pesquisadores descobriram uma pegada que pode mudar o que conhecemos sobre a origem da humanidade

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Uma incrível descoberta pode alterar a compreensão da origem da humanidade. Até agora o consenso era que a origem da espécie humana estava na África e que os antepassados começaram a emigrar pelo mundo há 4 milhões de anos, inclusive no continente europeu. No entanto, foi encontrada uma pegada estimada aproximadamente 5,7 milhões de anos atrás, na Grécia, especificamente na ilha de Creta.

“Esta descoberta desafia a narrativa estabelecida da evolução humana e provavelmente gerará muitos debates”, falou um dos cientistas responsáveis, o docente Per Ahlberg, que trabalha na Universidade de Uppsala, na Suécia. No entanto, ressaltou: “A questão de saber se a comunidade de pesquisa de origens humana aceita as pegadas fósseis como prova conclusiva da presença de hominins no Mioceno de Creta permanece sob análise”.

A descoberta cientifica foi realizada por Gerard Gierliński, do Instituto Polonês de Pesquisa em Varsóvia, que se uniu a outros profissionais para analisar o achado. O instituto Polonês esta a mais de 2,5 mil quilômetros de Chade.

O grupo do Gerard notou que era possível reconhecer dois tipos diferentes de pegadas. Os dois supostamente provenientes por alguma espécie que caminhou com duas pernas. Em uma analise minuciosa, eles descobriram detalhes incríveis. Eles podem afirmar que o dono da pegada não tinha garras, era bípede e possuía dedos internos que se projetavam mais longe que os exteriores.

Quando a pegada foi produzida, a ilha de Creta ainda não tinha se separado do continente grego, e o deserto do Saara ainda não era um deserto. O ambiente era do tipo savana proveniente do norte da África.

História da linhagem humana

O consenso da comunidade cientifica sobre a origem do homem na África se consolidou assim que pesquisadores localizaram restos de antepassados humanos, por volta do século XX. As analises seguintes concluíram que eles ficaram isolados na África por milhões de anos antes de começarem a migrar para Europa e a Ásia.

Contudo, não existem registros históricos que revelem com exatidão o padrão migratório dos primeiros seres humanos. Uma das formas que os cientistas usam é analisar o DNA de pessoais que possivelmente podem ser descendentes desses primeiro imigrantes e dessa entender os processos migratórios.

 

Para onde vamos? – As perspectivas para o futuro

Nós tínhamos tudo. Água em abundância, florestas, fartura de alimentos e um mundo enorme para desfrutar e viver. Aos poucos fomos querendo aumentar nossos espaços e para isso dizimamos as florestas para criar cidades, as cidades em estados e os estados em países. Nos embrenhamos pelo mundo e nos dividimos em sociedades e essas sociedades se dividiram em comunidades e assim nos distanciamos de nós mesmos.

O homem passou como um trator pelo mundo, destruindo tudo o que podia destruir para desfrutar de um progresso nocivo que avançou pelo tempo sem qualquer limite.

Hoje muitas dessas comunidades, sociedades, países, estados e cidades sofrem por tudo o que aconteceu no passado, ou melhor, por tudo o que destruímos no passado. Podemos dizer que ontem destruímos e que hoje continuamos a destruir tudo aquilo que recebemos gratuitamente.

É poluição, envenenamento das nascentes de água, desmatamentos e tantas outras coisas que inventamos para liquidar nosso sistema ambiental , nossa própria vida. Hoje muitos líderes, espalhados pelo mundo sabem que é preciso conter o ímpeto destruidor do ser humano e alargar com mais intensidade medidas que amenizem o planeta de uma destruição iminente.

De outro lado, no Brasil se insiste em “matar” cada vez mais o maior patrimônio ambiental da humanidade, a Floresta Amazônica.

Por ironia, um decreto do governo brasileiro extingue a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca) para liberar assim a exploração de minérios, principalmente o ouro. Esta reserva, pasmem, é do tamanho da Dinamarca.

A exploração de minerais, trazendo consigo grandes mineradoras coloca em risco não só o meio ambiente, mas também povos indígenas que vivem naquela área, em reservas que deveriam ser protegidas.

Não podemos permitir que governos e entidades privadas possam se utilizar do nosso meio ambiente para extrair da terra, das águas, das matas lucros exorbitantes e que em nada ajudarão o povo brasileiro e o país. Isto é apenas jogo políticos e de interesses privados. Não se pode conceber no mundo atual, tanto desrespeito para com a humanidade.

É preciso protestar, e isto não só pelos brasileiros, mas por todo o mundo civilizado, uma vez que o ato do governo brasileiro mostra que o ambiente em que vivemos não vale nada em comparação ao dinheiro fácil e os lucros exorbitantes.

O Brasil e o mundo pedem socorro.

Assim não vamos para lugar algum.

Felipe Montoro Jens informa sobre o projeto de PPPs em Campo Grande

De acordo com Catiana Sabadin, a responsável pela Coordenadoria Especial de Projetos de Campo Grande, a prefeitura da cidade está desenvolvendo estudos para viabilizar a formação de Parcerias Públicos-Privadas (PPPs) em quatro setores distintos: mobilidade urbana, iluminação pública, cidade inteligente e ainda para a finalização do Centro de Belas Artes, reporta Felipe Montoro Jens, especialista em Projetos de Infraestrutura.

Para que essas parcerias possam ser firmadas, a prefeitura de Campo Grande aguarda uma resposta da Caixa Econômica Federal, que precisa aprovar um financiamento para os custos dos estudos técnicos exigidos para que as PPPs possam ser desenvolvidas.

O intuito de um estudo técnico é estabelecer a viabilidade e a rentabilidade dos projetos, tanto para a prefeitura, como para os parceiros privados, com base em vários critérios como a tecnologia necessária e os termos jurídicos exigidos, noticia Felipe Montoro Jens.

Nos últimos meses, o Governo Federal disponibilizou cerca de R$ 6 bilhões para serem enviados aos municípios que necessitam desenvolver esses estudos técnicos, informa o especialista Felipe Montoro Jens. Segundo Catiana Sabadin, a Coordenadoria Especial de Projetos de Campo Grande já encaminhou o conjunto de documentos necessários para que a cidade possa solicitar essa linha de crédito. No momento, o município aguarda por um parecer.

Depois do crédito ser aprovado, estima-se que esses estudos demorem, em média, seis meses até serem finalizados. De acordo com essa previsão, os editais para as Parcerias Público-Privadas seriam divulgados durante o ano de 2018.

Entre as prioridades da prefeitura de Campo Grande, está a formação de uma parceria para a finalização do Centro de Belas Artes, situado na Avenida Ernesto Geisel, de modo a transformar o espaço público em um centro de exposições. As obras do local estão paradas há mais de quatro anos, sendo que já foram gastos cerca de R$ 10 milhões nesse projeto. Por isso, a conclusão do espaço é uma das metas mais urgentes para o governo da cidade, reporta o especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens.

Adicionalmente, para a melhoria contínua da infraestrutura urbana, as áreas da iluminação pública e cidade inteligente demandam uma atenção especial, tendo em vista que o governo de Campo Grande a enxerga como sendo estratégicos. Nesse sentido, a administração da cidade planeja a implantação de um VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) em diversos trechos por meio de Parcerias Público-Privadas.

Nos últimos anos, as Parcerias Público-Privadas têm sido cada vez mais utilizadas como uma das soluções viáveis para a modernização da infraestrutura nas cidades brasileiras. Isso acontece pois, através dessa modalidade de contratação pública, o governo não precisa dispender montantes muito elevados de recursos para implantar os projetos, informa Felipe Montoro Jens.

Desde que começaram a ser regulamentadas pela legislação do país, as Parcerias Público-Privadas têm apresentado um potencial crescente para diminuir o déficit estrutural do Brasil em diversas setores, especialmente na mobilidade urbana e na área dos transportes públicos.

Roblox faz usuários se tornarem criadores de jogos

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Atualmente não existem barreiras entre o público que apenas era consumidor final dos jogos virtuais e os criadores de jogos. A dinâmica que a tecnologia oferece pode fazer toda a diferença tanto na vida de quem é um usuário quanto de quem desenvolve. Partindo disso, o engenheiro David Baszucki conseguiu criar um jogo que pode ser manipulado por usuários, e assim ser possível criar um novo jogo.

Inicialmente a ideia de David era apenas criar um programa que gerasse um interesse nas crianças por física, no entanto, essa possibilidade se tornou mais ampla quando os jogadores passaram a criar o seu próprio mundo, e assim foi criado o Roblox que é uma plataforma de jogos que ganhou muitos jogadores ao redor do mundo e que superou o número de usuários do Minecraft.

O jogo é popular por jovens da faixa etária de até 20 anos, ainda que não tenha sido muito divulgado por parte da imprensa o jogo já está disponível há 12 anos. No ano de 2015, Roblox possuía um número de 5 milhões de jogadores mensais. No final do semestre desse ano o jogo alcançou o número de 62 milhões de jogadores, desse total 8 milhões estão na América Latina.

A companhia de software pedagógico Knowledge Revolution consta no início do histórico de Baszucki, essa empresa tinha foco na física e em programas de simulações mecânicas. De acordo com informações da startup CrunchBase essa empresa chegou a ser líder no ramo em que atuou, e em 2000 se integrou ao MSC Software. Depois de cinco anos nasceu o Roblox, no início a intenção era despertar o interesse das crianças por física através da manipulação de objetos na plataforma.

Quando a empresa percebeu que os usuários estavam criando os seus próprios mundos, então o jogo se abriu para permitir o desenvolvimento de novos jogos, com isso foram mais de 29 milhões de jogos feitos. Ainda que o Roblox tivesse anos de existência, apenas ganhou uma notoriedade maior quando a Xbox decidiu participar no projeto como um de seus apoiadores, com isso a plataforma teve um aumento grande no número de seus usuários.

 

Alguns países que estão no topo do ranking dos mais felizes do mundo

O dia 20 de março foi escolhido pela ONU como o Dia Internacional da Felicidade, procurando melhorar o estado de espírito e também o bem-estar mundiais.

Pelo Relatório Mundial da Felicidade, os países mais felizes estão na sua maioria localizados na Escandinávia, e em todos foram observados alguns fatores em comum como PIB per capita alto, maior expectativa de vida, presença de assistência social, maior generosidade, taxas quase zero de corrupção e maior liberdade. Com base nesses dados do relatório, alguns dos países considerados mais felizes do planeta são:

Dinamarca – Esse país que faz os seus habitantes tão felizes, possui desde lugares mais agitados como o Tivoli Gardens, que é um dos parques de diversões mais antigos do mundo, ou lugares mais calmos como o King’s Garden, para um piquenique no calor do verão.

Noruega – Para aqueles que gostam de passear ao ar livre, o Dovrefjell National Park e as regiões serranas do país, trazem paz e felicidade, além de paisagem lindas. Um jantar na capital também é muito recomendado, já que existem  diversos restaurantes  muito bem-conceituados.

Suíça – Com paisagens lindas, muitas pistas de esqui e várias belas cidades, o país traz para os seus moradores e turistas, a alegria de estar curtindo o melhor da vida.

Holanda – O país da tulipa, que é a flor mais simbólica da Holanda e é encontrada nos jardins de Keukenhof. O país é visitado por pessoas da Europa toda, que vão conhecer todas as variedades dessa flor e também de outras espécies. Outra atração do país é para aqueles que gostam de andar de bicicleta, podendo conhecer inclusive algumas cidades desse modo.

Suécia – Na sua capital Estocolmo, é possível conhecer o passado medieval que ainda existe na cidade. O primeiro parque nacional urbano do planeta, está localizado nessa cidade.

Canadá – Nesse país as possibilidades são muitas, como conhecer alguns dos lugares com as paisagens mais incríveis do planeta, além de esquiar na primeira estação de esqui do Canadá, a Skoki Lodge.

Finlândia – Nesse país é possível dormir em um iglu de vidro, ter uma vista linda sobre a aurora boreal ou se quiser ir para uma praia em uma cidadezinha à beira-mar, pode ir para Hanko, onde o visitante pode praticar surf e mergulho nos meses em que a temperatura está mais alta.

O presidente do Banco Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, e algumas curiosidades

O Banco Bradesco integra boa parte dos anos de vida do atual presidente da instituição – Luiz Carlos Trabuco. Ele tinha apenas 18 anos quando chegou à companhia bancária fundada por Amador Aguiar em 10 de março de 1943, na cidade de Marília, região Centro-Oeste Paulista. Aliás, o próprio executivo – nascido no dia 6 de outubro de 1951 – também é natural do município que teve o nome inspirado pela obra de Tomás Antônio Gonzaga, “Marília de Dirceu” (1792).

Fundada em 4 de abril de 1929, Marília fica distante da Capital São Paulo 443 km por rodovia, 529 km por ferrovia e 376 km em linha reta. A cidade é servida por duas rodovias estaduais e uma federal – a Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), Dona Leonor Mendes de Barros (SP-333), e a Transbrasiliana (BR-153).

Todavia, apesar de ter nascido no interior de São Paulo, Luiz Carlos Trabuco alçou voos maiores. O executivo formou-se em filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH–USP). A instituição, que fica na capital paulista, atende cerca de dez mil alunos todos os anos e é a maior unidade da USP. Ela é considerada o principal centro de estudos em Humanidades Básicas no Brasil.

Luiz Carlos Trabuco também não parou por aí – ainda na capital São Paulo, ele fez pós-graduado em Sócio psicologia na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP). A FESPSP é pioneira no ensino e na prática das modernas ciências sociais. Hoje em dia, a Fundação mantém a Escola de Sociologia e Política, a Faculdade de Biblioteconomia e Ciência da Informação, a Faculdade de Administração e a Escola Pós-Graduada de Ciências Sociais.

Dentro do Banco Bradesco, as grandes conquistas começaram em 1999, quando o executivo, aos 47 anos de idade e 30 anos de casa, foi promovido ao cargo de vice-presidente da empresa bancária fundada por Amador Aguiar. Não demorou para que o executivo passasse a acumular cargos –  em 2003, ele somou às suas responsabilidades a função de chefe da Bradesco Seguros. Nesses dois cargos ele se manteve até 2009, quando foi indicado pelo conselho de administração para liderar o banco a partir de março de 2009.

E engana-se quem pensa que o trabalho de Luiz Carlos Trabuco foi reconhecido apenas com promoções – o atual presidente do Banco Bradesco coleciona alguns títulos. Ele já foi o “Empreendedor do Ano nas Finanças”, em 2015, pela ISTOÉ Dinheiro – uma revista brasileira de economia e negócios publicada pela Editora Três. Já recebeu o troféu Personalidade de Seguros do Ano duas vezes – a primeira foi em 2003, quando assumiu o comando como presidente do Grupo Bradesco de Seguros e Previdência, e a segunda, em 2007, por conta dos quatro anos da gestão no comando da seguradora. O executivo também já marcou presença, em 2009, na lista das 100 personalidades mais influentes do Brasil, publicada pela revista Época.

Até foi cogitado para assumir o Ministério da Fazenda Luiz Carlos Trabuco foi. O episódio aconteceu em 2015, quando a presidente do Brasil Dilma Rousseff ainda estava no comando da República. Porém, o executivo não aceitou o convite.

 

 

Alucinações podem acontecer sem que o indivíduo tenha uma doença mental

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Você já ouviu vozes ou viu algo estranho que de repente desapareceu? Aqueles que têm essas impressões estranhas muitas vezes não gostam de admitir isso. Isso porque as alucinações são tradicionalmente consideradas como um sinal de uma séria doença mental. Mas uma investigação recente sobre o assunto descobriu que pessoas normais também podem ter alucinações.

Acredita-se que isso seja uma passagem entre distúrbios psicóticos e neuróticos. Um transtorno psicótico é um pensamento anormal que pode incluir alucinações e delírios. Alucinações são o mesmo que ver, ouvir, sentir ou cheirar coisas que não existem, e delírios são o mesmo que manter crenças fictícias ou falsas.

Exemplos de transtorno psicótico incluem esquizofrenia e transtorno de personalidade limítrofe. Enquanto os neuróticos são coisas como ansiedade e depressão. Em pesquisas preliminares não foram encontradas precedência na literatura sobre alucinações para esta lacuna entre transtornos psicóticos e neuróticos. Então eles começaram a estudar se isso era real ou simplesmente uma suposição.

Um pequeno estudo feito na Nova Zelândia revelou que pode ser normal ter algum tipo de transtorno em um determinado período da vida, entre as idades de 11 e 38 anos. Uma equipe internacional de pesquisadores conduziu este estudo, liderado por cientistas da Universidade de Queensland, na Austrália, e da Harvard Medical School. As descobertas foram publicadas no British Journal of Psychiatry.

O professor John McGrath do Queensland Brain Institute também fez parte do estudo. Ele disse: “Precisamos repensar a ligação entre ouvir vozes e problema mental. Enquanto as pessoas podem experimentar uma falsa percepção, como erroneamente, ouvir o nome deles em público, as alucinações e os delírios são bastante detalhados, por exemplo, ouvir vozes que ninguém mais pode ouvir ou a crença de que outra pessoa tenha tomado conta de sua mente”.

O estudo revelou algumas descobertas surpreendentes. As mulheres são mais propensas a alucinações auditivas do que os homens. Outro achado interessante, os habitantes de países mais ricos são mais propensos a ouvir coisas que não existem do que as dos países mais pobres.

Os pesquisadores disseram que as descobertas poderão ajudar a tirar a estigma das alucinações. Além disso, eles querem descobrir o que essas alucinações significam, se eles estão telegrafando o início de algum tipo de desordem mental.

Aos 90 anos baiana conquista seu primeiro diploma na faculdade e planeja pós

Para quem pensa que está tarde demais para estudar, a lavradora Raquel Barreto da Silva mostra que isso não é verdade. Após “uma vida inteira de luta”, como classifica ela mesma, aos 90 anos a baiana conseguiu concluir a sua primeira faculdade. Com quatro filhos, oito netos e ainda dois bisnetos, Raquel lutou a vida inteira para educar aqueles que dependiam dela. Só agora aos 90 anos que a baiana conseguiu prestigiar o ensino superior e finalmente realizar seu sonho de cursar uma faculdade.

Raquel diz para todos que querem ouvir: “nunca é tarde para aprender”, e diz ainda que a faculdade só foi a primeira conquista, ela ainda planeja realizar uma pós-graduação e se especializar na área. Agora, os objetivos da baiana é ter seu tão sonhado consultório de massoterapia.

A educação sempre foi algo muito desejado por Raquel, mas a lavradora teve poucas alternativas para conseguir estudar. O ensino médio só foi concluído na terceira idade, quando Raquel já tinha 82 anos de idade, em 2009. Mas ela não parou por aí e decidiu investir em um cursinho e a realizar diversos vestibulares quando tinha 85 anos. Depois de um ano de bastante estudo, a lavradora finalmente conseguiu passar em um vestibular em uma faculdade particular localizada em Vitória da Conquista, na Bahia. A bolsa foi concedida pela faculdade como um prêmio para Raquel por ela manter a perseverança em querer estudar mesmo depois de tanto tempo.

Dessa forma ela iniciou o curso de estética e cosmética na universidade e concluiu o curso com êxito no final do ano passado. A formatura e a comemoração do feito ocorreram somente nesse ano, no mês de março. Mas Raquel conta que parece que foi ontem que comemorava o feito tão aguardado por ela: “Eu me lembro de tudo, me lembro de cada mensagem de apoio e de cada aplauso na hora que eu me levantei para pegar o diploma. Quando eu tive o prazer de receber o diploma, percebi que quando a pessoa tem vontade de fazer uma coisa ela tem que correr atrás, seja ela jovem ou não”, disse Raquel.

 

Neogama de Alexandre Gama cria a nova campanha da montadora Renault

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A mais nova ação da Renault, desenvolvida pela agência Neogama do publicitário Alexandre Gama, escolheu fazer uso de um estilo de linguagem que prioriza conceitos ligados as redes sociais, uma iniciativa diferente e inovadora para a campanha, que irá ser transmitida em vários canais de comunicação.

Com o nome de “Nós compartilhamos ofertas para você curtir a vida em um Renault”, a ação procura demonstrar ao público as suas maiores ofertas do momento, além de ressaltar que a marca se importa em manter uma interação contínua com os seus clientes pelas redes sociais da Renault.

Ao longo dos próximos meses, a previsão é de que sejam lançados cinco comerciais dessa ação, os quais irão contar com a participação dos atores globais Marina Ruy Barbosa e Bruno Gagliasso, que há algum tempo foram escolhidos como garotos-propaganda da marca, apesar de nunca terem aparecido em um mesmo comercial.

Além disso, o intuito da campanha criada pela Neogama de Alexandre Gama é mostrar ao público quais são as características mais importantes dos modelos da Renault, com destaque para o excelente potencial econômico apresentado pelos novos motores SCe e o interessante design contemporâneo presente em lançamentos como o Renault Kwid e o Captur.

Nesse primeiro comercial da campanha, que está indo ao ar na televisão desde o mês de agosto, Marina Ruy Barbosa e Bruno Gagliasso listam as principais novidades introduzidas nesses novos lançamentos da Renault, quando subitamente ficam surpresos com a interação de dezenas de pessoas, que mandam emojis em tempo real, como é feito nas transmissões ao vivo realizadas nas redes sociais.

Com filmes veiculados na TV aberta, a campanha também irá ao ar na TV a cabo e na internet durante o segundo semestre de 2017. Os comerciais tiveram a direção geral de criação de Alexandre Gama, fotografia de Ted Abel, produção executiva de Flavia Zanini, gerência de Projetos por Fernando Varella, tráfego por Celso Junior, direção de criação por Márcio Ribas e Fabio Mozeli e direção de produção de Mariah Bayeux.

A Neogama surgiu no ano de 1999, criada pelo publicitário Alexandre Gama, e em pouco tempo de atuação no mercado da Publicidade e Propaganda, já passou a ser considerada como uma das agências que mais cresciam no país. Por esse motivo, várias empresas de grande importância, brasileiras e internacionais, optaram por trabalhar com a Neogama, valorizando o excelente potencial da equipe e dos colaboradores da agência.

Em 2002, a Neogama venceu como Agência do Ano na premiação promovida pelo jornal Meio e Mensagem. Meses depois, a agência recebeu várias indicações no prestigiado Festival de Cannes, o que permitiu inclusive que a Neogama se tornasse a primeira agência do Brasil a ganhar dois Leões de Ouro em um único evento do festival.

No decorrer de sua carreira como publicitário, Alexandre Gama acumulou em seu currículo mais de 25 leões no Festival de Cannes, um dos mais importantes desse meio. Além disso, ele já foi convidado a participar do evento em algumas edições como jurado, uma grande honra para qualquer profissional da área.

 

Leitões que foram geneticamente modificados nasceram sem retrovírus

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As mais recentes manchetes anunciaram o nascimento dos leitões geneticamente modificados sem os retrovírus que poderiam impedir o transplante seguro de órgãos porcinos para seres humanos. O fato é que realizar o xenotransplante não é nenhuma novidade, o problema é que o “sucesso” dos pesquisadores para essa prática é questionável, tanto por razões técnicas quanto éticas.

Desenhos de híbridos humano-animal ou quimeras remontam aos tempos pré-históricos, como é o caso do homem com cabeça de pássaro na caverna francesa de Lascaux ou as antigas divindades egípcias com cabeças humanas em corpos de animais como a Grande Esfinge.

De acordo com a história do xenotransplante clínico do NIH, as primeiras tentativas de intercalar seres humanos e outras espécies realmente começaram no século XVI com xenotransfusões, o nome dado para as transfusões de sangue de animais para humanos. No século XIX, os médicos estavam tentando transplantes de pele interespécies usando criaturas lisas como os sapos ou criaturas peludas, como ovelhas, coelhos, cachorros, gatos, ratos, galinhas e pombos.

O primeiro transplante de córnea de porco a um humano foi realizado em 1838. Nenhum desses esforços iniciais teve grande repercussão para que fosse bem-sucedido, e essas experiências não consideravam o sofrimento dos animais envolvido.

Há uma falta crônica de órgãos humanos disponíveis para transplantes. No ano passado, 33.600 transplantes de órgãos nos EUA foram realizados, sendo que ainda restaram 116.800 pacientes na listas de espera. Aqui no Brasil a situação não é nada diferente, atualmente a lista de espera por transplantes de órgãos só tem aumentado. Daí o contínuo interesse pelo xenotransplante.

Alguns sugerem, no entanto, que com uma solução melhor, mais simples e mais ética que já está disponível, possa realmente refletir no desejo genuíno de responder a um problema grave de saúde pública de muitos países.

Um dos principais obstáculos no transplante de órgãos de porco são os retrovírus endógenos. Eles são retrovírus gama, restos genéticos de infecções virais antigas que estão presentes em todos os tecidos do genoma do porco. Existem vários tipos de retrovírus porcino, mas até o momento dois deles, pelo menos, podem transferir microrganismos que causam infecções em células humanas que foram combinadas, in vitro, com células de porco. Mas com os porcos geneticamente modificados sem os retrovírus, a expectativa é de que o transplante se torne cada vez mais possível.